Conspiração tucana já incomoda aliados de temer

Lideranças de PMDB, PSD e DEM, que ainda tentam sustentar o enfraquecido governo de Michel Temer, não gostaram dos avanços da conspiração tucana para fazer o sucessor na presidência da República; estopim da revolta foi a reunião entre o presidente interino tucano, senador Tasso Jereissati, o governador Geraldo Alckmin e o prefeito paulistano, João Doria, no apartamento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em São Paulo; o PMDB, no entanto, afirma que que o PSDB não tem voto para querer indicar a ordem dos fatores e ressaltaram que, na Câmara, o favorito hoje seria o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ)

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doria alckmin (Foto: José Barbacena)

247 - Lideranças de PMDB, PSD e DEM, que ainda tentam sustentar o governo de Michel Temer, não gostaram dos avanços da conspiração tucana para fazer o sucessor na presidência da República.

Matéria da Folha de S.Paulo mostra que o estopim da revolta foi a reunião entre o presidente interino tucano, senador Tasso Jereissati, o governador Geraldo Alckmin e o prefeito paulistano, João Doria, no apartamento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em São Paulo.

Segundo um líder do PSD, o encontro foi interpretado como uma "reunião de notáveis para ditar regras", e o partido queixou-se com FHC.

No PMDB, a reação ocorreu na bancada na Câmara. Dois deputados falaram à Folha que o PSDB não tem voto para querer indicar a ordem dos fatores. E ressaltaram que, na Câmara, o favorito hoje seria o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

"Os tucanos somam meros 46 dos 594 possíveis eleitores, e Tasso só tem apoio fechado no Senado, que concentra 13,6% dos votos no Colégio. O baixo clero, designação suprapartidária para parlamentares sem maior expressão, tem entre 60% e 70% dos votos na Câmara, e hoje seguiriam a indicação de Maia", diz o texto.

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