Defesa: nova denúncia não traz provas contra Vaccari

Advogado Luiz Flávio Borges D´Urso, que defende o ex-tesoureiro do PT, diz estranhar o fato de a nova denúncia, apresentada hoje pelo MPF ao juiz Sérgio Moro, da Lava Jato, não ter aditado a denúncia anterior, uma vez que se tratava do mesmo depoimento; "Nenhuma prova foi apresentada quanto à participação do senhor Vaccari, que nega, veementemente, ter orientado o delator Augusto Mendonça a fazer qualquer depósito, a qualquer título, na conta dessa Editora Gráfica Atitude", diz nota; a defesa assegura que João Vaccari não negociou doações ao PT antes de assumir a tesouraria do partido, o que ocorreu em 2010, e ressalta que ele continua confiando na Justiça, "no firme propósito de colaborar para que a verdade prevaleça e sua inocência possa ser confirmada judicialmente"

www.brasil247.com - Advogado Luiz Flávio Borges D´Urso, que defende o ex-tesoureiro do PT, diz estranhar o fato de a nova denúncia, apresentada hoje pelo MPF ao juiz Sérgio Moro, da Lava Jato, não ter aditado a denúncia anterior, uma vez que se tratava do mesmo depoimento; "Nenhuma prova foi apresentada quanto à participação do senhor Vaccari, que nega, veementemente, ter orientado o delator Augusto Mendonça a fazer qualquer depósito, a qualquer título, na conta dessa Editora Gráfica Atitude", diz nota; a defesa assegura que João Vaccari não negociou doações ao PT antes de assumir a tesouraria do partido, o que ocorreu em 2010, e ressalta que ele continua confiando na Justiça, "no firme propósito de colaborar para que a verdade prevaleça e sua inocência possa ser confirmada judicialmente"
Advogado Luiz Flávio Borges D´Urso, que defende o ex-tesoureiro do PT, diz estranhar o fato de a nova denúncia, apresentada hoje pelo MPF ao juiz Sérgio Moro, da Lava Jato, não ter aditado a denúncia anterior, uma vez que se tratava do mesmo depoimento; "Nenhuma prova foi apresentada quanto à participação do senhor Vaccari, que nega, veementemente, ter orientado o delator Augusto Mendonça a fazer qualquer depósito, a qualquer título, na conta dessa Editora Gráfica Atitude", diz nota; a defesa assegura que João Vaccari não negociou doações ao PT antes de assumir a tesouraria do partido, o que ocorreu em 2010, e ressalta que ele continua confiando na Justiça, "no firme propósito de colaborar para que a verdade prevaleça e sua inocência possa ser confirmada judicialmente" (Foto: Gisele Federicce)


Iolando Lourenço - Repórter da Agência Brasil

A defesa de João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, informou hoje (27), em nota pública, que estranha o fato de a nova denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra Vaccari, nesta segunda-feira, não ter aditado a denúncia anterior, "pois o episódio relatado na nova denúncia refere-se tão somente à versão apresentada pelo delator Augusto Mendonça". Segundo a defesa, não foi apresentada nenhuma prova sobre a participação de Vaccari em entendimentos para que fossem feitos depósitos na conta da gráfica Atitude.

"Nenhuma prova foi apresentada quanto à participação do senhor Vaccari, que nega, veementemente, ter orientado o delator Augusto Mendonça a fazer qualquer depósito, a qualquer título, na conta dessa Editora Gráfica Atitude", diz a nota. "Inexiste investigação na qual o senhor Vaccari tenha sido questionado oficialmente sobre os supostos fatos narrados na nova denúncia", acrescenta a nota da defesa.

A defesa assegura que João Vaccari não negociou doações ao PT antes de assumir a tesouraria do partido, o que ocorreu em 2010. "Reitera-se que o senhor Vaccari não tratou de doação ao PT em período anterior à sua posse como tesoureiro do partido. Após 2010, na condição de tesoureiro, por seu dever de ofício, solicitou doações a pessoas físicas e jurídicas, destinadas ao PT, todas elas legais, por via bancária, com emissão de recibos e sob fiscalização das autoridades competentes", diz a nota.

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Assinada pelo advogado Luiz Flávio Borges D'Urso, a nota pública ressalta que Vaccari continua confiando na Justiça, "no firme propósito de colaborar para que a verdade prevaleça e sua inocência possa ser confirmada judicialmente".

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