Delação da Odebrecht começa e atinge todo o sistema político brasileiro

Nesta sexta-feira, começa oficialmente a delação premiada da Odebrecht, que será feita por 50 executivos da empreiteira em todo o país e atingirá cerca de 100 políticos; entre os alvos, além do ex-presidente Lula e da presidente eleita Dilma Rousseff, estão líderes da oposição, com o senador Aécio Neves (PSDB); na lista, há tambémpelo menos dez governadores e ex-governadores, incluindo o tucano Geraldo Alckmin (SP), Fernando Pezão e Sérgio Cabral (PMDB), do Rio

Nesta sexta-feira, começa oficialmente a delação premiada da Odebrecht, que será feita por 50 executivos da empreiteira em todo o país e atingirá cerca de 100 políticos; entre os alvos, além do ex-presidente Lula e da presidente eleita Dilma Rousseff, estão líderes da oposição, com o senador Aécio Neves (PSDB); na lista, há tambémpelo menos dez governadores e ex-governadores, incluindo o tucano Geraldo Alckmin (SP), Fernando Pezão e Sérgio Cabral (PMDB), do Rio
Nesta sexta-feira, começa oficialmente a delação premiada da Odebrecht, que será feita por 50 executivos da empreiteira em todo o país e atingirá cerca de 100 políticos; entre os alvos, além do ex-presidente Lula e da presidente eleita Dilma Rousseff, estão líderes da oposição, com o senador Aécio Neves (PSDB); na lista, há tambémpelo menos dez governadores e ex-governadores, incluindo o tucano Geraldo Alckmin (SP), Fernando Pezão e Sérgio Cabral (PMDB), do Rio (Foto: Roberta Namour)
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247 - Nas negociações de delação premiada com a Lava Jato, executivos da Odebrecht, incluindo o ex-presidente Marcelo Odebrecht, apontaram mais de cem deputados, senadores e ministros como beneficiários direto do esquema de corrupção ou por vantagens, como repasse de verbas para campanhas.

Segundo reportagem de Jailton de Carvalho, na lista, há pelo menos dez governadores e ex-governadores, incluindo o tucano Geraldo Alckmin (SP) e Fernando Pezão, do Rio (PMDB). Entre os ex-governadores, o nome de Sérgio Cabral (PMDB) também foi citado.

Os depoimentos estão previstos para começar hoje e são os mais temidos desde o início da operação. A empresa atua em contratos com administração pública dos três Poderes. Só ano passado, faturou mais de R$ 130 bilhões no Brasil e no exterior.

Segundo o colunista Merval Pereira, conjunto de delações implicará tanto o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff, como líderes da oposição, com o senador Aécio Neves (PSDB).

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