Delcídio diz que amigo de Serra está por trás de Baiano

Senador Delcídio Amaral (PT-MS) afirmou que o empresário Gregório Marin Preciado é a pessoa que está "atrás" do lobista e delator Fernando Baiano; ele é casado com uma prima do senador tucano José Serra; na delação, Baiano diz que Preciado teria obtido entre US$ 500 mil e US$ 700 mil para usar sua empresa para distribuir propina de US$ 15 milhões relativa à aquisição da refinaria americana de Pasadena pela Petrobras

Senador Delcídio Amaral (PT-MS) afirmou que o empresário Gregório Marin Preciado é a pessoa que está "atrás" do lobista e delator Fernando Baiano; ele é casado com uma prima do senador tucano José Serra; na delação, Baiano diz que Preciado teria obtido entre US$ 500 mil e US$ 700 mil para usar sua empresa para distribuir propina de US$ 15 milhões relativa à aquisição da refinaria americana de Pasadena pela Petrobras
Senador Delcídio Amaral (PT-MS) afirmou que o empresário Gregório Marin Preciado é a pessoa que está "atrás" do lobista e delator Fernando Baiano; ele é casado com uma prima do senador tucano José Serra; na delação, Baiano diz que Preciado teria obtido entre US$ 500 mil e US$ 700 mil para usar sua empresa para distribuir propina de US$ 15 milhões relativa à aquisição da refinaria americana de Pasadena pela Petrobras (Foto: Roberta Namour)

247 – O senador Delcídio Amaral (PT-MS) afirmou que o empresário Gregório Marin Preciado é a pessoa que está "atrás" do lobista e delator Fernando Baiano. A declaração consta em uma das gravações feitas pela Lava Jato, usadas no pedido de prisão do parlamentar.

Preciado é casado com uma prima do senador tucano José Serra. Delcídio também relatou almoço com Serra: "O Serra me convidou para almoçar outro dia (...) Ele [Preciado] é cunhado do Serra. E uma das coisas que eles levantaram nessa reunião na Espanha, eu não sei [se] sobre sondas ou Pasadena, mas houve uma reunião na Espanha, e existia esse espanhol que não foi identificado. E é o Gregório. É o Gregório. O Nestor conheceu o Gregório."

Na delação, Baiano diz que Preciado teria obtido entre US$ 500 mil e US$ 700 mil para usar uma empresa sob seu controle para distribuir propina de US$ 15 milhões relativa à aquisição da refinaria americana de Pasadena pela Petrobras. A empresa citada por Baiano é a Iberbrás Integración de Negocios y Tecnologia.

Leia aqui reportagem de André Guilherme Vieira sobre o assunto.

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