Delcídio já estava grampeado pela PF

Líder do governo no Senado, preso pela PF, foi grampeado com autorização da Justiça logo após Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, ter entregado à Procuradoria Geral da República uma gravação do seu encontro com o petista em um hotel de Brasília; segundo informa o jornalista Ricardo Noblat, não foi de Bernardo a iniciativa de acionar a PGR, e sim da PF; ele já havia, inclusive, recebido a primeira das 48 parcelas de R$ 50 mil que Delcídio lhe prometera em troca do silêncio do seu pai

Líder do governo no Senado, preso pela PF, foi grampeado com autorização da Justiça logo após Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, ter entregado à Procuradoria Geral da República uma gravação do seu encontro com o petista em um hotel de Brasília; segundo informa o jornalista Ricardo Noblat, não foi de Bernardo a iniciativa de acionar a PGR, e sim da PF; ele já havia, inclusive, recebido a primeira das 48 parcelas de R$ 50 mil que Delcídio lhe prometera em troca do silêncio do seu pai
Líder do governo no Senado, preso pela PF, foi grampeado com autorização da Justiça logo após Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, ter entregado à Procuradoria Geral da República uma gravação do seu encontro com o petista em um hotel de Brasília; segundo informa o jornalista Ricardo Noblat, não foi de Bernardo a iniciativa de acionar a PGR, e sim da PF; ele já havia, inclusive, recebido a primeira das 48 parcelas de R$ 50 mil que Delcídio lhe prometera em troca do silêncio do seu pai (Foto: Realle Palazzo-Martini)

247 - O líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS), foi grampeado com autorização da Justiça. A Polícia Federal teria outras conversas dele gravadas, inclusive uma com um ministro do Supremo Tribunal Federal, afirma o blogueiro Ricardo Noblat. O grampo teria sido legalmente implantado depois que Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, entregou à Procuradoria Geral da República (PGR) a gravação do seu encontro com Delcídio em um hotel de Brasília.

Noblat diz ainda que não foi de Bernardo a iniciativa de acionar a PGR. Foi a Polícia Federal que o procurou a respeito. Quando o fez, diz, Bernardo já havia recebido a primeira das 48 parcelas de R$ 50 mil que Delcídio lhe prometera em troca do silêncio do seu pai.

Para o jornalista, havia mais gente interessada em calar Cerveró. Segundo ele, Delcídio foi incubido de tentar evitar que Cerveró firmasse acordo de delação premiada e que estrelas da República sabiam disso.

Delcídio preferiu suspender seu depoimento à polícia. Deverá retomá-lo na próxima segunda-feira. Ou ainda neste fim de semana.

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