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Delgado ao 247: “Teremos 257 votos, irei ao 2º turno"

Deputado Júlio Delgado (PSB-MG) passou a véspera da eleição para presidente da Câmara em reuniões e conversas com os parlamentares; o trabalho visa levar a disputa para o segundo turno, nesta segunda-feira 4; "O jogo não está decido, os deputados ainda não votaram", destacou ele, otimista, ao 247; nas contas de Delgado, candidatos de oposição a Henrique Alves farão 257 votos e levarão disputa para a segunda volta

Delgado ao 247: “Teremos 257 votos, irei ao 2º turno"

Juliane Sacerdote _Brasília 247 – O domingo foi de agenda cheia para o deputado federal Júlio Delgado (PSB-MG). Em reuniões sucessivas e várias ligações, ele passou a véspera da eleição para a presidência da Câmara Federal tentando conquistar votos de novos parlamentares.

Ao Brasil 247, Delgado se mostrou otimista com o ritmo da campanha e confiante em levar a disputa para o segundo turno: "A gente acredita que o jogo não está decidido. Eu não votei e os outros deputados também não. A eleição não está decidida, ao contrário, está aberta", destacou, atacando o favoritismo de Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

Além de acreditar em um segundo turno, o candidato pelo PSB está confiante de que ele é quem vai disputar a segunda eleição com o peemdebista, e vai contar com os votos dos demais candidatos, Rose de Freitas (PMDB-ES) e Chico Alencar (PSOL-RJ). "Não sei quantos votos eu vou ter, mas tenho certeza que eu, Chico e Rose vamos conseguir os 257 votos para levar a eleição para o segundo turno", destacou à reportagem.

O parlamentar destacou ainda que na Câmara não vai ocorrer o mesmo que no Senado. "Aqui, diferente do que aconteceu no Senado com o senador Pedro Taques (PDT-MT), único concorrente ao PMDB, que entregou o jogo minutos antes da votação, nós não vamos entregar o jogo. Estamos convictos".

O único apoio declarado ao candidato é do próprio partido, o PSB. Mas Júlio Delgado diz que espera receber votos de parlamentares de várias siglas, inclusive daquelas que fecharam aliança com o PMDB, como o PSD. O parlamentar destaca ainda que não acredita que possam ocorrer traições por parte da própria sigla, e caso ocorram serão "irrisórias".