Diante da crise, 135 prefeitos deixam o PT

A possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff e a crise da imagem do PT impulsionaram o movimento de debandada de prefeitos petistas para outros partidos políticos; a seis meses das eleições municipais, 135 dos 638 prefeitos eleitos pelo PT pediram desfiliação ou foram expulsos do partido; o maior desgaste da legenda está concentrado em São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro

A possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff e a crise da imagem do PT impulsionaram o movimento de debandada de prefeitos petistas para outros partidos políticos; a seis meses das eleições municipais, 135 dos 638 prefeitos eleitos pelo PT pediram desfiliação ou foram expulsos do partido; o maior desgaste da legenda está concentrado em São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro
A possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff e a crise da imagem do PT impulsionaram o movimento de debandada de prefeitos petistas para outros partidos políticos; a seis meses das eleições municipais, 135 dos 638 prefeitos eleitos pelo PT pediram desfiliação ou foram expulsos do partido; o maior desgaste da legenda está concentrado em São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro (Foto: Valter Lima)
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247 - A possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff e a crise da imagem do PT impulsionaram o movimento de debandada de prefeitos petistas para outros partidos políticos.

A seis meses das eleições municipais, levantamento feito pela Folha aponta que 135 dos 638 prefeitos eleitos pelo PT pediram desfiliação ou foram expulsos do partido. Essa conta inclui gestores que renunciaram ou foram cassados.

O maior desgaste da legenda está concentrado em São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro, governados pelo PSDB e pelo PMDB, mas o movimento também atingiu Estados comandados por petistas, como a Bahia e Minas Gerais.

Em São Paulo, 35 dos 73 prefeitos eleitos migraram. No Paraná, foram 18 baixas entre 40 gestores. No Rio de Janeiro, mantiveram-se fiéis ao PT só quatro dos 11 prefeitos eleitos há quatro anos.

Em Mato Grosso do Sul, oito dos 13 prefeitos saíram da legenda. 

O secretário nacional de organização do PT, Florisvaldo Souza, no entanto, diz que a perda de prefeitos não é um assunto que preocupa a agremiação neste momento.

"Temos um golpe em curso. Não estamos preocupados com quem saiu, mas sim com quem ficou e vai defender a democracia e nosso legado", afirmou Souza, destacando que o partido teve crescimento de militantes filiados.

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