Diante do crescimento de Lula, PSB mergulha de cabeça na campanha

As poucas cifras de hesitação do PSB em mergulhar de cabeça na campanha do ex-presidente Lula caíram por terra diante da posição eleitoral que o PT ocupa no momento; agora, todos querem estar ao lado de Lula. Esse fenômeno fez com que Gelisi Hoffmann convidasse o PSB para um papel de maior destaque na campanha de Lula; o partido vai integrar a coordenação geral da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência; a tendência é que Carlos Siqueira, presidente do partido, aceite após consulta às bases

Diante do crescimento de Lula, PSB mergulha de cabeça na campanha
Diante do crescimento de Lula, PSB mergulha de cabeça na campanha (Foto: Ricardo Stuckert)

247 - As poucas cifras de hesitação do PSB em mergulhar de cabeça na campanha do ex-presidente Lula caíram por terra diante da posição eleitoral que o PT ocupa no momento. Agora, todos querem estar ao lado de Lula. Esse fenômeno fez com que Gelisi Hoffmann convidasse o PSB para um papel de maior destaque na campanha de Lula. O partido vai integrar a coordenação geral da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência. A tendência é que Carlos Siqueira, presidente do partido, aceite após consulta às bases. 

A fala de Siqueira foi: "fomos convidados para indicar um representante do PSB na coordenação da campanha do PT. Vamos decidir até o final do dia de amanhã [sexta-feira, 24]".

A matéria do jornal Folha de S. Paulo destaca que "o desempenho eleitoral de Lula —que chegou a 39% no último Datafolha— tem atraído aliados de diferentes partidos, inclusive os apoiadores do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff."

"No embalo das pesquisas e disposto a dar capilaridade à campanha, o PT montará comitês eleitorais em todas as capitais brasileiras, reativando uma rede criada em 2002.

A coordenação de cada comitê contará com um representante do PT, do PC do B e do PROS, partidos que formalmente integram a coligação petista. Um dos responsáveis por essa estrutura, o secretário-geral do PT, Romênio Pereira, explica que a composição dependerá do cenário em cada Estado e admite presença de partidos que apoiaram o impeachment, chamado de golpe pelo PT."

 

 

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