Dilma diz que direita quer destruir Lula e explica como seria o novo golpe

"Querem destruir o Lula", disse a presidente deposta Dilma Rousseff, em Genebra, em conferência sobre direitos sociais na América do Sul; segundo ela, isso pode ocorrer por três meios: "Podem tentar condenar o Lula por duas vezes (o que impede sua candidatura); podem mudar as regras da eleição presidencial, por exemplo, com introdução do Parlamentarismo; e terceiro, podem simplesmente adiar a eleição presidencial do ano que vem"

"Querem destruir o Lula", disse a presidente deposta Dilma Rousseff, em Genebra, em conferência sobre direitos sociais na América do Sul; segundo ela, isso pode ocorrer por três meios: "Podem tentar condenar o Lula por duas vezes (o que impede sua candidatura); podem mudar as regras da eleição presidencial, por exemplo, com introdução do Parlamentarismo; e terceiro, podem simplesmente adiar a eleição presidencial do ano que vem"
"Querem destruir o Lula", disse a presidente deposta Dilma Rousseff, em Genebra, em conferência sobre direitos sociais na América do Sul; segundo ela, isso pode ocorrer por três meios: "Podem tentar condenar o Lula por duas vezes (o que impede sua candidatura); podem mudar as regras da eleição presidencial, por exemplo, com introdução do Parlamentarismo; e terceiro, podem simplesmente adiar a eleição presidencial do ano que vem" (Foto: Gisele Federicce)

247 - A presidente deposta pelo golpe parlamentar de 2016, Dilma Rousseff, denunciou nesta segunda-feira 13, a uma plateia em Genebra, durante conferência sobre direitos sociais na América do Sul, que a direita quer destruir Lula e explicou como se daria esse novo golpe. 

"Querem destruir o Lula", disse, lembrando que seu padrinho político lidera hoje a disputa de 2018 com 38% das intenções de voto. Dilma afirmou que "o que se quer é destruir e isso está sendo feito com o Lula".

Segundo ela, isso pode ocorrer de três maneiras: "Podem tentar condenar o Lula por duas vezes (o que impede sua candidatura); podem mudar as regras da eleição presidencial, por exemplo, com introdução do Parlamentarismo; e terceiro, podem simplesmente adiar a eleição presidencial do ano que vem".

Segundo Dilma, porém, apesar da "perseguição aberta", Lula tem chances de corrigir o "golpe" praticado no país, e que a tirou do poder por meio do impeachment. Ela também acusou o governo Michel Temer de praticar um "golpe social e democrático".

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