Dilma diz ser “inquestionável hoje que foi dado um golpe”

Em palestra sobre gestão pública em João Pessoa, na Paraíba, neste sábado 22, a presidente legítima Dilma Rousseff afirmou que "a história está sendo implacável com os golpistas" e que "aquela discussão que enfrentamos durante todo o ano em 2016 e metade de 2017, se o impeachment foi ou não um golpe parlamentar, saiu do terreno da especulação e está no terreno dos fatos"; "É inquestionável hoje que foi dado um golpe", disse; Eduardo Cunha, responsável pela aceitação do pedido de impeachment da petista quando era presidente da Câmara, está hoje preso; e Aécio Neves, derrotado nas eleições e principal articulador do movimento para tirar Dilma do poder, é o mais delatado da Lava Jato e já virou cadáver político nas pesquisas

Em palestra sobre gestão pública em João Pessoa, na Paraíba, neste sábado 22, a presidente legítima Dilma Rousseff afirmou que "a história está sendo implacável com os golpistas" e que "aquela discussão que enfrentamos durante todo o ano em 2016 e metade de 2017, se o impeachment foi ou não um golpe parlamentar, saiu do terreno da especulação e está no terreno dos fatos"; "É inquestionável hoje que foi dado um golpe", disse; Eduardo Cunha, responsável pela aceitação do pedido de impeachment da petista quando era presidente da Câmara, está hoje preso; e Aécio Neves, derrotado nas eleições e principal articulador do movimento para tirar Dilma do poder, é o mais delatado da Lava Jato e já virou cadáver político nas pesquisas
Em palestra sobre gestão pública em João Pessoa, na Paraíba, neste sábado 22, a presidente legítima Dilma Rousseff afirmou que "a história está sendo implacável com os golpistas" e que "aquela discussão que enfrentamos durante todo o ano em 2016 e metade de 2017, se o impeachment foi ou não um golpe parlamentar, saiu do terreno da especulação e está no terreno dos fatos"; "É inquestionável hoje que foi dado um golpe", disse; Eduardo Cunha, responsável pela aceitação do pedido de impeachment da petista quando era presidente da Câmara, está hoje preso; e Aécio Neves, derrotado nas eleições e principal articulador do movimento para tirar Dilma do poder, é o mais delatado da Lava Jato e já virou cadáver político nas pesquisas (Foto: Gisele Federicce)

247 – Dois dias depois de o governo de Michel Temer ter anunciado aumento de impostos sobre os combustíveis, a presidente legítima Dilma Rousseff criticou o que chamou de "fantasma do tecnicismo". A declaração foi feita neste sábado 22 durante uma aula inaugural do Curso de Difusão de Conhecimento em Gestão Pública em João Pessoa, na Paraíba, promovido pela Fundação Perseu Abramo.

"Como se gestão pública fosse algo que não trata das grandes questões do País, como a desigualdade", lembrou Dilma. "Essa digital da redução da desigualdade está em todas as nossas políticas, dando especial valor ao crescimento com soberania nacional, reconhecendo a importância do Brasil, da internacionalização de cadeias produtivas, como é o caso do pré-sal e da indústria naval do País", recordou, em referência aos governos do PT.

"Falar em gestão é decidir para onde e para quem vão os recursos", afirmou. Dilma disse também que "gestão é eminentemente um conceito que tem a ver com política e poder, e também com uma questão democrática". "Uma questão de como é que você gere. Você gere só com um bando de especialistas ou você gere com participação popular?", provocou, em mais uma crítica ao governo Temer.

A presidente deposta destacou ainda "a relação de gestão com o golpe". "Por meios democráticos normais, não é possível implantar uma gestão diferente daquela que está em curso, então utiliza-se uma crise para isso", disse. "Aquilo que por meios normais não era possível conseguir, ou seja, não era possível conseguir por meio do voto, você aproveite a crise e tente utilizar o programa disponível para aplicar por meio de medidas autoritárias e arbitrárias de exceção", descreveu.

Dilma avaliou que "a história está sendo implacável com os golpistas". "Aquela discussão que enfrentamos durante todo o ano em 2016 e metade de 2017, se houve ou não um golpe parlamentar, saiu do terreno da especulação e está no terreno dos fatos. É inquestionável hoje que foi dado um golpe", concluiu.

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