Dilma e Veja: "factóide na Petrobras é perigoso"

Numa rápida entrevista a jornalistas neste domingo, a presidente Dilma Rousseff condenou a criação de crises artificiais sobre a Petrobras, como fez a revista Veja, há uma semana, com a capa sobre "farsa" na CPI da Petrobras;  “Se tem uma coisa que a gente tem de preservar, porque tem sentido de Estado e sentido de nação é não misturar eleição com a maior empresa de petróleo do País. Isso não é correto, não mostra nenhuma maturidade”, disse ela; denúncia da semana passada já morre no vazio de sua própria banalidade

Numa rápida entrevista a jornalistas neste domingo, a presidente Dilma Rousseff condenou a criação de crises artificiais sobre a Petrobras, como fez a revista Veja, há uma semana, com a capa sobre "farsa" na CPI da Petrobras;  “Se tem uma coisa que a gente tem de preservar, porque tem sentido de Estado e sentido de nação é não misturar eleição com a maior empresa de petróleo do País. Isso não é correto, não mostra nenhuma maturidade”, disse ela; denúncia da semana passada já morre no vazio de sua própria banalidade
Numa rápida entrevista a jornalistas neste domingo, a presidente Dilma Rousseff condenou a criação de crises artificiais sobre a Petrobras, como fez a revista Veja, há uma semana, com a capa sobre "farsa" na CPI da Petrobras;  “Se tem uma coisa que a gente tem de preservar, porque tem sentido de Estado e sentido de nação é não misturar eleição com a maior empresa de petróleo do País. Isso não é correto, não mostra nenhuma maturidade”, disse ela; denúncia da semana passada já morre no vazio de sua própria banalidade (Foto: Leonardo Attuch)
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247 - A presidente Dilma Rousseff, candidata pelo PT à reeleição, disse, neste domingo (10), durante coletiva de imprensa, que as discussões eleitorais não devem ser misturadas com assuntos da Petrobras, por questão de "maturidade". Ao ser indagada se a companhia está sob fogo político cruzado, a presidente declarou que o uso de "factoide" que possa comprometer a empresa é algo "muito perigoso".

"Se tem uma coisa que a gente tem de preservar, porque tem sentido de Estado e sentido de nação é não misturar eleição com a maior empresa de petróleo do País. Isso não é correto, não mostra nenhuma maturidade", disse Dilma, no Palácio da Alvorada.

"Eu acho fundamental que na eleição, nesse processo em que estamos, haja a maior e mais livre discussão. Agora, utilizar qualquer factoide político para comprometer uma grande empresa e sua direção é muito perigoso", acrescentou, referindo-se a denúncias contra a empresa, que vem sendo investigada inclusive pelo Congresso Nacional por meio de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

Dilma se negou a responder questões sobre o julgamento da presidente da Petrobras, Graça Foster, no Tribunal de Contas da União (TCU). A presidente também não quis fazer declarações sobre a necessidade de elevação do preço do combustível diante de uma queda de 25% no lucro da Petrobras do primeiro semestre do ano. "Não especulo nem alimento especulação no mercado", afirmou.

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