Dilma: “Este golpe parasitou as instituições e a democracia”

Em Buenos Aires, onde foi homenageada com o título de Doutora Honoris Causa da UMET (Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho), nessa semana, Dilma declarou em entrevista ao portal de esquerda Página 12 que os "estados de exceção" parasitam a árvore da democracia e a correm; para ela, o Brasil vive nesse momento "uma democracia suspensa"; "Não é um 'estado de exceção' na democracia. São medidas de exceção que corroem a democracia. Que a suspendem. O Brasil tem uma democracia suspensa", analisa, citando como "exemplo máximo" disso a aprovação de seu impeachment sem crime de responsabilidade; a solução para a crise do País, em sua opinião: "eleições diretas já para presidente, com uma nova constituinte para solucionar o sistema político"

Em Buenos Aires, onde foi homenageada com o título de Doutora Honoris Causa da UMET (Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho), nessa semana, Dilma declarou em entrevista ao portal de esquerda Página 12 que os "estados de exceção" parasitam a árvore da democracia e a correm; para ela, o Brasil vive nesse momento "uma democracia suspensa"; "Não é um 'estado de exceção' na democracia. São medidas de exceção que corroem a democracia. Que a suspendem. O Brasil tem uma democracia suspensa", analisa, citando como "exemplo máximo" disso a aprovação de seu impeachment sem crime de responsabilidade; a solução para a crise do País, em sua opinião: "eleições diretas já para presidente, com uma nova constituinte para solucionar o sistema político"
Em Buenos Aires, onde foi homenageada com o título de Doutora Honoris Causa da UMET (Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho), nessa semana, Dilma declarou em entrevista ao portal de esquerda Página 12 que os "estados de exceção" parasitam a árvore da democracia e a correm; para ela, o Brasil vive nesse momento "uma democracia suspensa"; "Não é um 'estado de exceção' na democracia. São medidas de exceção que corroem a democracia. Que a suspendem. O Brasil tem uma democracia suspensa", analisa, citando como "exemplo máximo" disso a aprovação de seu impeachment sem crime de responsabilidade; a solução para a crise do País, em sua opinião: "eleições diretas já para presidente, com uma nova constituinte para solucionar o sistema político" (Foto: Gisele Federicce)

247 - Em uma de suas entrevistas concedidas a diversos veículos de comunicação argentinos nessa semana, a presidente eleita Dilma Rousseff declarou o Brasil vive nesse momento "uma democracia suspensa".

"Não é um 'estado de exceção' na democracia. São medidas de exceção que corroem a democracia. Que a suspendem. O Brasil tem uma democracia suspensa", analisou, ao portal de esquerda Página 12.

 

Ela citou como "exemplo máximo" disso a aprovação de seu impeachment sem crime de responsabilidade, mas disse que ele não é o único. Outros seriam a denúncia apresentada contra Lula pela Lava Jato mesmo sem provas, apenas com convicções dos procuradores, e ainda a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que considerou a Lava Jato "excepcional", e que por isso teria as questões relacionadas a ela tratadas com "excepcionalidade".

A solução para a crise do País, em sua opinião: "eleições diretas já para presidente, com uma nova constituinte para solucionar o sistema político".

Em Buenos Aires, Dilma foi homenageada com o título de Doutora Honoris Causa da UMET (Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho) e concedeu uma "aula magna" do fim do curso internacional "Políticas Públicas para a Igualdade", organizado pelo Conselho Latino-americano de Ciências Sociais (Clacso). Ela foi bastante aplaudida no evento e recebeu diversas manifestações de apoio do público.

Confira aqui a íntegra da entrevista ao Página 12, em espanhol.

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