Dilma: “Eu não falo sobre aumento de gasolina”

Presidente não dá informações sobre o reajuste do combustível, estimado nesta quinta-feira pelo Banco Central em cerca de 5% em 2013; "Eu falo sobre redução de tarifa de energia", disse ela, que anunciou ontem desconto de 18% para consumidores residenciais na conta de luz e de 32% para indústrias e empresas

Dilma: “Eu não falo sobre aumento de gasolina”
Dilma: “Eu não falo sobre aumento de gasolina”
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247 – A presidente Dilma Rousseff disse nesta quinta-feira 24 que não fala sobre o aumento da gasolina, apenas sobre a redução da tarifa da energia elétrica, anunciada nesta quarta em rede nacional. "Meu querido, eu não falo sobre aumento de gasolina. Eu falo sobre redução de tarifa de energia: 18 e 32", afirmou, sobre o desconto a ser dado na conta de luz. Ela falou aos jornalistas após o encerramento da 6ª Cúpula Brasil-União Europeia, nesta manhã, no Palácio do Planalto.

De acordo com o anúncio da presidente, os consumidores em maior escala, como indústrias e empresas, terão até 32% de redução em suas contas, enquanto os residenciais, no mínimo 18%. Sobre o reajuste no combustível, ata sobre a última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, divulgada nesta quinta-feira, prevê que seja de aproximadamente 5% para o acumulado de 2013.

Na semana passada, reportagem do jornal O Estado de S.Paulo noticiou que o governo já havia decidido pelo aumento de 7% da gasolina e entre 4% e 5% do diesel. A informação, no entanto, não foi confirmada pelo governo. No mesmo dia, o secretário do Tesouro, Arno Augustin, disse "desconhecer" qualquer decisão do governo sobre o tema.

O vice-presidente Michel Temer admitiu, também na última semana, que o governo estava avaliando a possibilidade de reajuste nos preços da gasolina e do diesel. Já o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Antônio Henrique Siqueira, confirmou a defasagem dos preços da gasolina em 7%, mas disse que "não havia decisão do governo" sobre o aumento de preços do produto.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse em dezembro que o aumento ocorreria no "momento certo", mas ao mesmo tempo afirmou que "certamente" haveria reajuste nesse ano.

Com Agência Brasil

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