Dilma: “Não há como retomar diálogo sem que haja base democrática”

Em nova palestra nos Estados Unidos, agora sobre "Crise econômica e democracia no Brasil" na The New School, em Nova York, a presidente deposta pelo golpe, Dilma Rousseff, afirmou que "não há como retomar o diálogo entre as forças politicas sem que haja uma base democrática", um dia depois de o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que apoiou o golpe parlamentar, pregar tolerância; Dilma disse ainda que o "objetivo do golpe foi fazer uma mudança de modelo" no plano econômico e declarou que "há uma clara determinação por redução de direitos"; "Não por maldade. Pode até ter um componente de maldade, mas é por uma concepção de que o Estado não pode ficar por aí ajudando pobres"

Em nova palestra nos Estados Unidos, agora sobre "Crise econômica e democracia no Brasil" na The New School, em Nova York, a presidente deposta pelo golpe, Dilma Rousseff, afirmou que "não há como retomar o diálogo entre as forças politicas sem que haja uma base democrática", um dia depois de o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que apoiou o golpe parlamentar, pregar tolerância; Dilma disse ainda que o "objetivo do golpe foi fazer uma mudança de modelo" no plano econômico e declarou que "há uma clara determinação por redução de direitos"; "Não por maldade. Pode até ter um componente de maldade, mas é por uma concepção de que o Estado não pode ficar por aí ajudando pobres"
Em nova palestra nos Estados Unidos, agora sobre "Crise econômica e democracia no Brasil" na The New School, em Nova York, a presidente deposta pelo golpe, Dilma Rousseff, afirmou que "não há como retomar o diálogo entre as forças politicas sem que haja uma base democrática", um dia depois de o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que apoiou o golpe parlamentar, pregar tolerância; Dilma disse ainda que o "objetivo do golpe foi fazer uma mudança de modelo" no plano econômico e declarou que "há uma clara determinação por redução de direitos"; "Não por maldade. Pode até ter um componente de maldade, mas é por uma concepção de que o Estado não pode ficar por aí ajudando pobres" (Foto: Gisele Federicce)

247 – A presidente deposta pelo golpe, Dilma Rousseff, proferiu uma nova palestra nesta quarta-feira 12 nos Estados Unidos, desta vez sobre "Crise econômica e democracia no Brasil" na The New School, em Nova York. Em sua fala, Dilma destacou que o objetivo do golpe "foi fazer uma mudança de modelo" de governo.

"Há uma clara determinação por redução de direitos", destacou. "Não por maldade. Pode até ter um componente de maldade, mas sim por uma concepção de que o Estado não pode ficar por aí ajudando pobres", acrescentou. Ela citou como exemplo a reforma da Previdência, contra a qual fez duras críticas, e a venda de terra a estrangeiros, que chamou de "extremamente perigosa", atingindo a soberania do Brasil.

Dilma disse também que "não há como retomar o diálogo entre as forças politicas sem que haja uma base democrática", um dia depois de o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que apoiou o golpe parlamentar, pregar tolerância em vídeo publicado nas redes sociais.

Na fase das perguntas, Dilma foi interrompida por alguém que gritou da plateia com críticas contra ela. A presidente deposta comentou: "Esse tipo de comportamento, de ódio, é típico do surgimento da extrema direita. Ela não era comum no Brasil, não fazia parte da nossa política".

Ao falar sobre corrupção, Dilma defendeu-se: "Eu não tenho conta no exterior. Não tem um cara que disse que me pagou propina, não tem um cara que disse que me corrompeu".

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