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Dilma: 'quem faz campanha negativa não tem projeto'

Em discurso duro durante a convenção do PSD de Gilberto Kassab, que oficializou apoio à sua candidatura, presidente Dilma Rousseff cutucou os adversários ao dizer que essa campanha exigirá "serenidade" contra as "provocações, que buscam rebaixar o nível do debate e que buscam acirrar o antagonismo, levando o antagonismo ao nível rasteiro de mentiras e más informações"; presidente afirmou ainda que "uma candidatura que tem muito o que mostrar, que tem muitas ideias para discutir, não precisa fazer campanha negativa"; após ter perdido o apoio do PTB, Dilma condenou aqueles que se aliam por "conveniência", e não por "convicções", e atestou que "essa espécie de esperteza tem vida curta"

Em discurso duro durante a convenção do PSD de Gilberto Kassab, que oficializou apoio à sua candidatura, presidente Dilma Rousseff cutucou os adversários ao dizer que essa campanha exigirá "serenidade" contra as "provocações, que buscam rebaixar o nível do debate e que buscam acirrar o antagonismo, levando o antagonismo ao nível rasteiro de mentiras e más informações"; presidente afirmou ainda que "uma candidatura que tem muito o que mostrar, que tem muitas ideias para discutir, não precisa fazer campanha negativa"; após ter perdido o apoio do PTB, Dilma condenou aqueles que se aliam por "conveniência", e não por "convicções", e atestou que "essa espécie de esperteza tem vida curta" (Foto: Gisele Federicce)
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247 – Em mais um discurso duro contra seus adversários, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira 25 que só faz campanha negativa quem não tiver projeto político. "Muitos temem a radicalização que pode estar a caminho, mas uma candidatura que tem muito o que mostrar, que tem muitas ideias para discutir, não precisa fazer campanha negativa. Quem precisa fazer campanha negativa é quem não tem projeto, quem não tem propostas para o país e quem não tem o que mostrar", declarou Dilma, durante evento que oficializou o apoio do PSD à sua candidatura.

No mesmo tom que adotou em convenções do PMDB e do PDT, recentemente, Dilma disse que será preciso "serenidade" durante a campanha para não aceitar "provocações". "Esta campanha vai exigir serenidade de nós, para que não aceitemos provocações, que buscam rebaixar o nível do debate e que buscam acirrar o antagonismo, levando o antagonismo ao nível rasteiro de mentiras e más informações", disse a presidente à plateia de dirigentes e militantes do partido de Gilberto Kassab.

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Dilma definiu o apoio do PSD como "estratégico" e Kassab como um "homem de palavra". "O Kassab é um homem que, ao mesmo tempo em que defende as suas posições, é sério nos seus compromissos e leal em suas atitudes. É um homem de palavra e é muito importante honrar a palavra empenhada e cumprir compromissos assumidos na política. Cumprir compromissos é absolutamente inegociável na atividade política", disse. A declaração pode ser interpretada como uma provocação ao PTB, que desistiu de apoiar sua candidatura.

Sobre o assunto, ela também deu outras cutucadas, como ao dizer que "lealdade é uma das bases da política feita com grandeza". "Não é subordinação cega. É confiança mútua. É respeito próprio e pelo outro. É zelo rigoroso pela palavra dada e empenhada. Engana-se quem defende a tese que não há compatibilidade entre a lealdade e a política". Dilma criticou os que se aliam por "conveniências", e não por "convicções" e atestou que "esse tipo de esperteza tem vida curta". A aprovação do partido pelo apoio à presidente e aliados foi de 94,73%.

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