Dirceu: "Com medo, tucanos apelam para cooptação"

Ex-ministro José Dirceu critica movimentação de tucanos como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o senador Aécio Neves (MG) para fragilizar palanques da presidente Dilma Rousseff em 2014. "Os métodos de cooptação, o toma-lá-dá-cá explícito e o fisiologismo é que importam nessa ofensiva do tucanato. A competência técnica e profissional dos indicados não interessa a eles", escreveu em seu blog

Dirceu: "Com medo, tucanos apelam para cooptação"
Dirceu: "Com medo, tucanos apelam para cooptação"
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247 - O ex-ministro José Dirceu não deixou passar em branco a notícia de que os tucanos atuam para minar palanques da presidente Dilma Rousseff em 2014. A informação foi publicada pela Folha de S.Paulo. "Mostrando cada vez mais medo da reeleição da presidenta Dilma Rousseff e dos candidatos do PT em 2014, o PSDB resolveu apelar para a cooptação de cargos", criticou José Dirceu, condenado no fim do ano passado no julgamento do mensalão.

"Os métodos de cooptação, o toma-lá-dá-cá explícito e o fisiologismo é que importam nessa ofensiva do tucanato. A competência técnica e profissional dos indicados não interessa a eles", escreveu Dirceu, em argito que pode ser lido abaixo:

Com medo de Dilma e do PT, tucanos apelam para cooptação

Mostrando cada vez mais medo da reeleição da presidenta Dilma Rousseff e dos candidatos do PT em 2014, o PSDB resolveu apelar para a cooptação de cargos. Leio na Folha de S.Paulo de hoje que os tucanos têm assediado partidos da base federal prometendo cargos em administrações locais. Tudo na tentativa de diminuir o apoio a Dilma nas eleições de 2014.

Essa cooptação acontece em São Paulo e Minas Gerais, articulada por Geraldo Alckmin e Aécio Neves. Mas também há o Paraná, onde cargos em secretarias vêm sendo oferecidos tendo 2014 como alvo.

Além da forte popularidade de Dilma, o PT está unido e tem nesses três Estados candidatos fortes e competitivos. Com o temor de serem mais uma vez derrotados nas urnas, os tucanos apelam novamente.

Os métodos de cooptação, o toma-lá-dá-cá explícito e o fisiologismo é que importam nessa ofensiva do tucanato. A competência técnica e profissional dos indicados não interessa a eles.

E o pior: a operação aparece neutra na mídia, é mostrada como legítima, como parte do jogo político da sucessão iniciado por eles e agora atribuída ao pronunciamento da presidenta Dilma.

É mais um joguinho que não leva a nada, mas dá um falso prazer à oposição.

Leia aqui a reportagem da Folha de S.Paulo

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