Dodge é contra Geddel saber quem denunciou seu bunker

Em manifestação encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, se posicionou contra um pedido de Geddel Vieira Lima, que quer ter acesso ao número do telefone que fez a ligação anônima que resultou na ação da PF que resultou na apreensão de R$ 51 milhões; dinheiro – no qual foram encontradas digitais do ex-ministro – estava escondido em um apartamento, em Salvador, a um quilômetro da residência de Geddel

Em manifestação encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, se posicionou contra um pedido de Geddel Vieira Lima, que quer ter acesso ao número do telefone que fez a ligação anônima que resultou na ação da PF que resultou na apreensão de R$ 51 milhões; dinheiro – no qual foram encontradas digitais do ex-ministro – estava escondido em um apartamento, em Salvador, a um quilômetro da residência de Geddel
Em manifestação encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, se posicionou contra um pedido de Geddel Vieira Lima, que quer ter acesso ao número do telefone que fez a ligação anônima que resultou na ação da PF que resultou na apreensão de R$ 51 milhões; dinheiro – no qual foram encontradas digitais do ex-ministro – estava escondido em um apartamento, em Salvador, a um quilômetro da residência de Geddel (Foto: Aquiles Lins)
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Bahia 247 - Em manifestação encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, se posicionou contra um pedido de Geddel Vieira Lima, que quer ter acesso ao número do telefone que fez a ligação anônima que resultou na ação da PF que resultou na apreensão de R$ 51 milhões.

O dinheiro – no qual foram encontradas digitais do ex-ministro – estava escondido em um apartamento, em Salvador ((BA), localizado a cerca de um quilômetro da residência de Geddel. O ex-ministro, que está preso, é investigado pelo crime de lavagem de dinheiro.

Dodge, por outro lado, concordou com os pedidos de redução de fiança feitos por Gustavo Pedreira do Couto Ferraz e Job Ribeiro Brandão, investigado em conjunto com Geddel e o deputado federal Lúcio Vieira Lima.

Para Gustavo, ela recomendou a redução do valor de 100 salários mínimos para 50 salários mínimo. Em relação a Job Brandão, a procuradora-geral admitiu a argumentação de que o ex-assessor parlamentar dos irmãos Vieira Lima não teria condições de pagar a quantia de 50 salários mínimos.

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