Dora Kramer tenta aliciar Kassab para o PSDB
Em sua coluna desta quinta-feira, a colunista Dora Kramer parece querer ensinar o ex-prefeito Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, a trair; "O ex-prefeito Gilberto Kassab não precisa sequer assumir o ônus de romper o compromisso firmado com a presidente Dilma Rousseff de apoio à sua reeleição. Basta que na convenção do PSD (ainda sem data certa) deixe o partido decidir o que achar melhor", diz ela; Kassab, no entanto, colocou até a foto da presidente Dilma Rousseff no site da convenção para sinalizar que o apoio a ela é inegociável
247 - É por essas e outras que, frequentemente, colunistas do oligopólio familiar de mídia são rotulados como agentes políticos da oposição. Em sua coluna desta quinta-feira, chamada "Meia palavra basta", a jornalista Dora Kramer tenta aliciar o ex-prefeito Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, para o PSDB, dando a ele uma pequena aula de como trair a presidente Dilma Rousseff.
"O ex-prefeito Gilberto Kassab não precisa sequer assumir o ônus de romper o compromisso firmado com a presidente Dilma Rousseff de apoio à sua reeleição. Basta que na convenção do PSD (ainda sem data certa) deixe o partido decidir o que achar melhor", diz ela. "Se Kassab liberar o voto, o resultado mais provável será o apoio ao tucano Aécio Neves, embora haja também a possibilidade de uma decisão pela neutralidade. A aprovação da aliança com o PT só ocorrerá se Kassab disser de modo explícito que assim o PSD deve fazer."
Kassab, no entanto, já repetiu inúmeras vezes que o apoio do PSD à reeleição da presidente Dilma Rousseff é inegociável. Tanto que colocou a foto de Dilma no próprio site do partido, na área destinada à convenção. Além disso, reforçou o convite para que lideranças do PT, como Rui Falcão, compareçam à convenção marcada para o dia 30.
Aécio gostaria de ter como vice o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, filiado ao PSD. E Kassab vem sendo pressionado a mudar de posição para, assim, conseguir ser vice de Geraldo Alckmin, em São Paulo.
Leia, aqui, a coluna de Dora Kramer.
