Edinho: vamos jogar a esquerda na clandestinidade?

Para o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, o país vive uma "guerra" e há o risco de a sociedade buscar um "salvador da pátria", o que representaria cair na "tentação do autoritarismo"; ele ressalta que "ninguém é maior que a Constituição" e alerta ainda que, “sob o manto do combate à corrupção, tem emergido um pensamento extremamente autoritário e uma cultura extremamente violenta”; "Alguém acha que vai banir o pensamento de esquerda no Brasil. Nós vamos jogar a esquerda na clandestinidade? Ela vai continuar existindo", disse

Para o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, o país vive uma "guerra" e há o risco de a sociedade buscar um "salvador da pátria", o que representaria cair na "tentação do autoritarismo"; ele ressalta que "ninguém é maior que a Constituição" e alerta ainda que, “sob o manto do combate à corrupção, tem emergido um pensamento extremamente autoritário e uma cultura extremamente violenta”; "Alguém acha que vai banir o pensamento de esquerda no Brasil. Nós vamos jogar a esquerda na clandestinidade? Ela vai continuar existindo", disse
Para o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, o país vive uma "guerra" e há o risco de a sociedade buscar um "salvador da pátria", o que representaria cair na "tentação do autoritarismo"; ele ressalta que "ninguém é maior que a Constituição" e alerta ainda que, “sob o manto do combate à corrupção, tem emergido um pensamento extremamente autoritário e uma cultura extremamente violenta”; "Alguém acha que vai banir o pensamento de esquerda no Brasil. Nós vamos jogar a esquerda na clandestinidade? Ela vai continuar existindo", disse (Foto: Roberta Namour)

247 – Para o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, o país vive uma "guerra" e há o risco de a sociedade buscar um "salvador da pátria", o que representaria cair na "tentação do autoritarismo".

Em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’, ele ressalta que "ninguém é maior que a Constituição" e lamenta que a Lava Jato, “algo que deveria ser extremamente benéfico do ponto de vista do fortalecimento institucional torna-se instrumento de uma disputa político-partidária”.

Edinho alerta ainda que, “sob o manto do combate à corrupção, tem emergido um pensamento extremamente autoritário e uma cultura extremamente violenta”. E aponta análises ingênuas: "Alguém acha que vai banir o pensamento de esquerda no Brasil, que depois desta crise a esquerda vai deixar de existir no Brasil. Nós vamos jogar a esquerda na clandestinidade? Ela vai continuar existindo" (leia aqui).

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