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Em depoimento vago, Youssef faz nova acusação ao PT

Em novo depoimento à Justiça Eleitoral no âmbito da ação do PSDB, o doleiro Alberto Youssef afirmou que operação não chegou a ser realizada porque, em março, foi preso com a deflagração da Operação Lava Jato; ministro Edinho Silva (Comunicação Social da Presidência) afirmou que declaração deixa claro que o doleiro "nunca manteve contato com a campanha de Dilma Rousseff" à reeleição

Em novo depoimento à Justiça Eleitoral no âmbito da ação do PSDB, o doleiro Alberto Youssef afirmou que operação não chegou a ser realizada porque, em março, foi preso com a deflagração da Operação Lava Jato; ministro Edinho Silva (Comunicação Social da Presidência) afirmou que declaração deixa claro que o doleiro "nunca manteve contato com a campanha de Dilma Rousseff" à reeleição (Foto: Roberta Namour)

247 – Em novo depoimento à Justiça Eleitoral, o doleiro Alberto Youssef afirmou que foi procurado por um emissário da campanha da presidente Dilma Rousseff no início de 2014 para ‘repatriar’ cerca de R$ 20 milhões depositados no exterior.

Segundo ele, a operação não chegou a ser realizada porque, em março, foi preso com a deflagração da Operação Lava Jato.

O relato foi feito em 9 de junho deste ano, em Curitiba, na apuração de uma ação movida pelo PSDB contra a presidente Dilma Rousseff no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Tucanos pedem a cassação da chapa encabeçada pela petista por abuso de poder econômico e político.

Procurado, o ministro Edinho Silva (Comunicação Social da Presidência) afirmou que o depoimento de Alberto Youssef deixa claro que o doleiro "nunca manteve contato com a campanha de Dilma Rousseff" à reeleição.

''Desconheço as pessoas citadas. Apenas eu, Edinho Silva, tinha autorização da campanha de Dilma Rousseff para estabelecer contatos e efetuar arrecadação. Além disso, em janeiro de 2014 não havia sequer campanha eleitoral".

Leia aqui reportagem de Andréia Sadi e Gabriel Mascarenhas sobre o assunto.