HOME > Poder

Ex-aliado, PSDB diz que Cunha não convenceu

Em nota, tucanos dizem reiterar "de forma ainda mais veemente" o pedido de afastamento do presidente da Câmara, alvo de inquérito no STF por corrupção e de processo de cassação no Conselho de Ética da Casa; "Ele não se explicou, não convenceu a bancada do PSDB nem o país, fez alegações soltas, sem o necessário respaldo e provas", declarou o líder da bancada, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), em coletiva de imprensa; deputados dizem ainda que tomam tal decisão devido à "ética"; fica claro, no entanto, que na atual situação, Eduardo Cunha não é mais um nome viável para dar sequência ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, interesse comum de Cunha e PSDB; resta saber se o posicionamento dos tucanos será coerente com a votação do Conselho de Ética

Em nota, tucanos dizem reiterar "de forma ainda mais veemente" o pedido de afastamento do presidente da Câmara, alvo de inquérito no STF por corrupção e de processo de cassação no Conselho de Ética da Casa; "Ele não se explicou, não convenceu a bancada do PSDB nem o país, fez alegações soltas, sem o necessário respaldo e provas", declarou o líder da bancada, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), em coletiva de imprensa; deputados dizem ainda que tomam tal decisão devido à "ética"; fica claro, no entanto, que na atual situação, Eduardo Cunha não é mais um nome viável para dar sequência ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, interesse comum de Cunha e PSDB; resta saber se o posicionamento dos tucanos será coerente com a votação do Conselho de Ética (Foto: Gisele Federicce)

247 - Em nota divulgada nesta quarta-feira 11, como previsto, a bancada do PSDB na Câmara afirma reiterar "de forma ainda mais veemente" o pedido de afastamento do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e declara que o deputado, acusado de corrupção, não convenceu em suas explicações sobre ser beneficiário de contas secretas na Suíça.

"Ele não se explicou, não convenceu a bancada do PSDB nem o país, fez alegações soltas, sem o necessário respaldo e provas", disse em coletiva de imprensa o líder Carlos Sampaio (PSDB-SP), que até poucos dias concedia a Cunha o "benefício da dúvida", mesmo depois da divulgação de documentos e da assinatura do presidente da Câmara vinculados às contas.

Os deputados dizem ainda, no comunicado, que tomam tal decisão devido à "ética". Fica claro, no entanto, que na atual situação, Cunha não é mais um personagem viável para dar sequência ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, interesse comum de Cunha e PSDB e único motivo para a aliança.

Resta saber se o posicionamento dos tucanos, de afastar Cunha, será coerente com a votação do processo de cassação contra o peemedebista que corre no Conselho de Ética. Confira a íntegra da nota: