Ex-presidente da Braskem tenta acordo de delação
Na tentativa de conseguir um acordo de delação premiada no âmbito da operação Lava Jato, Carlos Fadigas, que foi presidente da Braskem entre 2011 e 2016, tem ajudado os investigadores a descobrir quanto da suposta propina, estimada em R$ 128 milhões, teria cabido à empresa, que é o braço petroquímico da Odebrecht
247 - Na tentativa de conseguir um acordo de delação premiada no âmbito da operação Lava Jato, Carlos Fadigas, que foi presidente da Braskem entre 2011 e 2016, tem ajudado os investigadores a descobrir quanto da suposta propina, estimada em R$ 128 milhões, teria cabido à empresa, que é o braço petroquímico da Odebrecht.
"A Braskem, uma sociedade da Petrobras com a Odebrecht (que detém 38,3% do capital total da empresa), é mencionada no material apreendido pela PF pelas iniciais BK, e seria "fonte de receita para pagamentos ilícitos.
O executivo pode ser peça-chave para esclarecer ao menos um de dois episódios considerados centrais pela Lava-Jato, sobre a suposta atuação de Palocci em favor da Braskem, em troca de vantagens indevidas", diz reportagem do Valor.