Executivo da OAS revela que empreiteira tinha departamento de propinas

O executivo da OAS Agenor Franklin Medeiros revelou ao juiz Sérgio Moro a existência de uma ‘área de vantagens indevidas’ dentro da construtora destinada ao financiamento de campanhas eleitorais; Agenor afirmou que a empreiteira fez parte de esquemas de corrupção dentro e fora da Petrobras e que havia um caixa para os partidos; ex-executivo relatou que a empreiteira teria pago vantagens indevidas a partidos, e mencionou PP, PT e PSB, como parte dos beneficiários

O executivo da OAS Agenor Franklin Medeiros revelou ao juiz Sérgio Moro a existência de uma ‘área de vantagens indevidas’ dentro da construtora destinada ao financiamento de campanhas eleitorais; Agenor afirmou que a empreiteira fez parte de esquemas de corrupção dentro e fora da Petrobras e que havia um caixa para os partidos; ex-executivo relatou que a empreiteira teria pago vantagens indevidas a partidos, e mencionou PP, PT e PSB, como parte dos beneficiários
O executivo da OAS Agenor Franklin Medeiros revelou ao juiz Sérgio Moro a existência de uma ‘área de vantagens indevidas’ dentro da construtora destinada ao financiamento de campanhas eleitorais; Agenor afirmou que a empreiteira fez parte de esquemas de corrupção dentro e fora da Petrobras e que havia um caixa para os partidos; ex-executivo relatou que a empreiteira teria pago vantagens indevidas a partidos, e mencionou PP, PT e PSB, como parte dos beneficiários (Foto: José Barbacena)
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247 - O executivo da OAS Agenor Franklin Medeiros revelou ao juiz Sérgio Moro a existência de uma ‘área de vantagens indevidas’ dentro da construtora destinada ao financiamento de campanhas eleitorais.

No depoimento, Agenor afirmou que a empreiteira fez parte de esquemas de corrupção dentro e fora da Petrobras e que havia um caixa para os partidos. O caixa do PT, especificamente, era controlado pelo presidente, Léo Pinheiro. Agenor é réu no processo que investiga propinas da OAS ao ex-presidente Lula.

A revelação do executivo da OAS causou surpresa aos investigadores, diz matéria do Estadão. Até aqui, a Operação Lava Jato havia descoberto a atuação da máquina de propinas de outra empreiteira, a Odebrecht, que operava sob o rótulo Setor de Operações Estruturadas – por meio do qual dezenas de políticos, partidos e agentes públicos foram abastecidos com somas milionárias durante longos anos.

Agenor Medeiros, da OAS, relatou que a empreiteira teria pago vantagens indevidas a partidos, e mencionou PP, PT e PSB, como parte dos beneficiários.

“Para o PT era tratamento diferenciado, por ser partido com valores maiores envolvidos. Esses outros partidos PSB e PP eu tenho pouco conhecimento de que tinha muitos valores. Mas o PT tinha, porque era sabido. O caixa único do PT era controlado por Léo [Leo Pinheiro, presidente da OAS]”.

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