Fachin pede que Congresso e Planalto se manifestem sobre impeachment

O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu na noite desta quinta (3) manifestações da Presidência da República, da Câmara e do Senado sobre a decisão do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de acolher um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff; também foram pedidas informações à Procuradoria Geral da República (PGR) e à Advocacia Geral da União (AGU); todos terão até cinco dias corridos, após serem notificados, para responder ao pedido do ministro

O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu na noite desta quinta (3) manifestações da Presidência da República, da Câmara e do Senado sobre a decisão do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de acolher um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff; também foram pedidas informações à Procuradoria Geral da República (PGR) e à Advocacia Geral da União (AGU); todos terão até cinco dias corridos, após serem notificados, para responder ao pedido do ministro
O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu na noite desta quinta (3) manifestações da Presidência da República, da Câmara e do Senado sobre a decisão do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de acolher um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff; também foram pedidas informações à Procuradoria Geral da República (PGR) e à Advocacia Geral da União (AGU); todos terão até cinco dias corridos, após serem notificados, para responder ao pedido do ministro (Foto: Valter Lima)
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247 - O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu na noite desta quinta-feira (3) manifestações da Presidência da República, da Câmara e do Senado sobre a decisão do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de acolher um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Também foram pedidas informações à Procuradoria Geral da República (PGR) e à Advocacia Geral da União (AGU).

Todos terão até cinco dias corridos, após serem notificados, para responder ao pedido do ministro. As informações visam instruir Celso de Mello na análise de uma ação apresentada pelo PC do B para barrar o processo de impeachment iniciado por Cunha.

 

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