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'Faltou protagonismo do governo para reforma política'

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que a reforma política ainda não foi aprovada pelo Congresso porque "faltou protagonismo do governo e do PT"; "Já votamos muita coisa de reforma política, fizemos uma ampla, uma profunda reforma há 12 anos que tramitou rapidamente no Senado e teve muita dificuldade para tramitar na Câmara dos Deputados, mas faltou, sobretudo, nesses momentos, o protagonismo do governo e o protagonismo do PT", afirmou

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que a reforma política ainda não foi aprovada pelo Congresso porque "faltou protagonismo do governo e do PT"; "Já votamos muita coisa de reforma política, fizemos uma ampla, uma profunda reforma há 12 anos que tramitou rapidamente no Senado e teve muita dificuldade para tramitar na Câmara dos Deputados, mas faltou, sobretudo, nesses momentos, o protagonismo do governo e o protagonismo do PT", afirmou (Foto: Paulo Emílio)

247 - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta terça-feira 17 que a reforma política ainda não foi aprovada pelo Congresso nacional porque "faltou protagonismo do governo e do PT" para que isso de fato acontecesse.

"Já votamos muita coisa de reforma política, fizemos uma ampla, uma profunda reforma há 12 anos que tramitou rapidamente no Senado e teve muita dificuldade para tramitar na Câmara dos Deputados, mas faltou, sobretudo, nesses momentos, o protagonismo do governo e o protagonismo do PT", disse o peemedebista.

Renan, que participou de um ato na Câmara para apresentar a proposta de reforma política defendida pelo PMDB, disse que irá procurar o presidente da Casa, deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para acelerar a votação da reforma nas duas casas legislativas.

"Com a presidência do Senado e com a presidência da Câmara [cargos ocupados por membros do PMDB], vamos poder estabelecer uma espécie de pauta expressa de matérias que simultaneamente possam ser apreciadas na Câmara e consequentemente apreciadas no Senado Federal e vice-versa", justificou.

O vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer, também defendeu a participação do papel do PMDB na agenda para aprovar a reforma política. "Temos a obrigação de não falhar neste momento, no exato momento em que o PMDB ocupa as presidências da Câmara e do Senado, agora vai", disse Temer.