FHC: elite brasileira pensa errado

Na plateia do seminário sobre crescimento, distribuição de renda e democracia na Fundação Instituto Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente tucano discordou da declaração do presidente do Insper, Marcos Lisboa, que apontou que a sociedade brasileira "achou razoável" os empréstimos do Tesouro ao BNDES, que terão custos aos cofres públicos até 2060, avaliados em R$ 320 bilhões; ‘a questão não é tanto que a massa vota e vota errado, mas que a elite brasileira pensa errado’, disse FHC; segundo ele, "há poucos anos, a elite toda era lulista, mesmo quando já se sabia o que era o lulismo"

Na plateia do seminário sobre crescimento, distribuição de renda e democracia na Fundação Instituto Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente tucano discordou da declaração do presidente do Insper, Marcos Lisboa, que apontou que a sociedade brasileira "achou razoável" os empréstimos do Tesouro ao BNDES, que terão custos aos cofres públicos até 2060, avaliados em R$ 320 bilhões; ‘a questão não é tanto que a massa vota e vota errado, mas que a elite brasileira pensa errado’, disse FHC; segundo ele, "há poucos anos, a elite toda era lulista, mesmo quando já se sabia o que era o lulismo"
Na plateia do seminário sobre crescimento, distribuição de renda e democracia na Fundação Instituto Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente tucano discordou da declaração do presidente do Insper, Marcos Lisboa, que apontou que a sociedade brasileira "achou razoável" os empréstimos do Tesouro ao BNDES, que terão custos aos cofres públicos até 2060, avaliados em R$ 320 bilhões; ‘a questão não é tanto que a massa vota e vota errado, mas que a elite brasileira pensa errado’, disse FHC; segundo ele, "há poucos anos, a elite toda era lulista, mesmo quando já se sabia o que era o lulismo" (Foto: Roberta Namour)

247 - Na plateia do seminário sobre crescimento, distribuição de renda e democracia na Fundação Instituto Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente tucano discordou da declaração do presidente do Insper, Marcos Lisboa.
Lisboa apontou que a sociedade brasileira "achou razoável" os empréstimos do Tesouro ao BNDES, que terão custos aos cofres públicos até 2060, avaliados em R$ 320 bilhões.

‘A questão não é tanto que a massa vota e vota errado, mas que a elite brasileira pensa errado’, disse FHC. Segundo ele, "há poucos anos, a elite toda era lulista, mesmo quando já se sabia o que era o lulismo"

Com a indicação de Luciano Coutinho para comandar o BNDES, em 2007, consolidou-se "o casamento entre a empresa e elite política com dinheiro público", em nome de "uma visão de crescimento coreana, ou sei lá de que tipo", disse FHC. "O pensamento dominante no Brasil era muito condizente com o que estava sendo feito, porque deu resultado imediato, e não sei viu um pouco mais longe".

Leia aqui na reportagem de Sérgio Lamucci.

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