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Fundações de PMDB e oposição articulam ‘agenda programática’

Aproximação, que conta com o aval do vice Michel Temer, é o primeiro movimento institucional do PMDB no campo da oposição: “O impeachment, que antes era uma queda de braço entre o presidente da Câmara e a presidente da República, agora é uma realidade”, disse o ex-ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC) Moreira Franco, que atualmente preside a Fundação Ulysses Guimarães; “Precisamos conversar com as forças políticas sobre o que podemos fazer em uma eventual saída dela (Dilma)”, acrescentou o ex-deputado José Aníbal, presidente do ITV

Aproximação, que conta com o aval do vice Michel Temer, é o primeiro movimento institucional do PMDB no campo da oposição: “O impeachment, que antes era uma queda de braço entre o presidente da Câmara e a presidente da República, agora é uma realidade”, disse o ex-ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC) Moreira Franco, que atualmente preside a Fundação Ulysses Guimarães; “Precisamos conversar com as forças políticas sobre o que podemos fazer em uma eventual saída dela (Dilma)”, acrescentou o ex-deputado José Aníbal, presidente do ITV (Foto: Roberta Namour)

247 – Com o aval do vice Michel Temer, a Fundação Ulysses Guimarães, do PMDB, se uniu às fundações Teotônio Vilela, do PSDB, Liberdade e Cidadania, do DEM e Astrogildo Pereira, do PPS, para elaborar uma “agenda programática”. Trata-se do primeiro movimento institucional do PMDB no campo da oposição.

“O impeachment, que antes era uma queda de braço entre o presidente da Câmara e a presidente da República, agora é uma realidade”, disse o ex-ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC) Moreira Franco, que atualmente preside a Fundação Ulysses Guimarães.

“Precisamos conversar com as forças políticas sobre o que podemos fazer em uma eventual saída dela (Dilma)”, disse o ex-deputado José Aníbal, presidente do ITV. O tucano fala em “preservar direitos dos trabalhadores e programas sociais”, mas ressalta que a iniciativa tem por objetivo “passar confiança ao mercado, já que os investimentos que estão paralisados”.

Segundo reportagem de Pedro Venceslau, um dos consensos do grupo é a oposição à recriação da CPMF, que faz parte da previsão de orçamento do próximo ano encaminhada pelo Planalto ao Congresso. “Há consenso entre nós de não aprová-la. Todos os economistas com quem conversamos dizem que essa não é a solução”, afirmou o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), que representa o DEM no colegiado (leia aqui).