GDF responde a ataques de Francischini

Porta-voz Ugo Braga aponta verso estapafrdia para acusao de grampo

GDF responde a ataques de Francischini
GDF responde a ataques de Francischini (Foto: Divulgação/CBDA)

247 – A entrevista coletiva convocada na tarde desta segunda-feira 30 pelo deputado federal Fernando Franceschini (PSDB-PR), em Curitiba, mereceu, pelo conteúdo, uma dura resposta do governo do Distrito Federal. Sem apresentar provas, ele disse ter sido grampeado pela administração do DF. A resposta é a seguinte, assinada , na forma de nota, pelo porta-voz Ugo Braga:

 

“O deputado Francischini decerto está sob efeito de algum café estragado que bebeu. Ou não tem lido jornais ultimamente. Por que já se divulgaram vários grampos feitos pela PF segundo os quais o grupo de Carlinhos Cachoeira tramava contra o governador Agnelo Queiroz. Em julho de 2011, chegaram mesmo a comemorar um futuro impeachment do governador, assim como voltaram a fazê-lo em janeiro deste ano, segundo os diálogos interceptados pela PF. Nem mesmo a lógica mais comezinha há de admitir que, em janeiro, Idalberto Matias estivesse tramando a queda do governador por um lado e trabalhando para ele por outro. Sobre Marcello de Oliveira Lopes, o que se há para dizer é que ocupou um cargo comissionado no Governo do Distrito Federal entre 15 e 30 de março passados, não tendo qualquer vínculo com a administração em janeiro, a não ser o de agente da Polícia Civil do Distrito Federal. Foi exonerado na mesma noite em que seu nome apareceu como contato do grupo de Carlinhos Cachoeira ao longo de 2011, na investigação da PF. Como especialista em grampos -- no Espírito Santo, há quem diga que ele foi o responsável pela escuta ilegal implantada nos telefones de todos os jornalistas de A Gazeta -, o deputado Francischini sabe melhor do que ninguém que a versão que ele tenta criar não passa de um delírio megalômano, versão estapafúrdia de um deputado em primeiro mandato na busca de notoriedade".

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