Gilmar avisa que Judiciário fará reforma eleitoral se Câmara não votá-la já

Em conversas com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e outros parlamentares, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, foi duro: se a Câmara não desenhar e aprovar uma proposta de reforma política, a Suprema Corte irá fazer essas mudanças; os parlamentares correm contra o tempo - para valer nas eleições de 2018, as alterações precisam ser feitas até 6 de outubro

gilmar mendes
gilmar mendes (Foto: Charles Nisz)

247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, disse a Rodrigo Maia e líderes da base aliada que se não houver a aprovação de uma proposta de reforma política até setembro, será difícil mudar as regras eleitorais.

Segundo a coluna Radar, da revista Veja, Gilmar deu um aviso a Maia: se o Congresso fracassar, o Judiciário tomará para si a discussão e, muito provavelmente, porá fim às coligações e em uma penca de partidos. Uma interferência entre poderes bastante perigosa.

No entanto, os próprios parlamentares dizem que se não houver uma proposta até a primeira semana de setembro, a reforma foi para o espaço. Isso porque o texto ainda precisa ser aprovado no Senado. Para valer nas eleições de 2018, as alterações precisam ser feitas um ano antes, ou seja, a matéria precisa passar pelas duas casas até 6 de outubro.

 

 
 

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