Gilmar Mendes quer julgar suspeição de Sergio Moro em fevereiro no STF

Ministro do Supremo havia manifestado intenção de aguardar o retorno das sessões plenárias presenciais para julgar se o ex-juiz atuou com parcialidade contra o ex-presidente Lula, mas diante da incerteza sobre a vacinação no Brasil, deve levar o caso adiante mesmo em sessão remota

Gilmar Mendes, Sérgio Moro e Lula
Gilmar Mendes, Sérgio Moro e Lula (Foto: STF | Reuters | Ricardo Stuckert)
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247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes manifestou a interlocutores a intenção de julgar a parcialidade de Sergio Moro na Corte já em fevereiro, informa reportagem da Veja. A decisão pode levar à anulação do processo em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro no processo do triplex do Guarujá e devolver seus direitos políticos.

O magistrado havia dito que sua intenção era aguardar o retorno das sessões plenárias presenciais para julgar se o ex-juiz atuou com parcialidade contra Lula, mas diante da incerteza sobre a vacinação no Brasil, deve levar o caso adiante mesmo em sessão remota.

O julgamento sobre a suspeição de Sergio Moro foi iniciado em dezembro de 2018 na Segunda Turma do STF e contabilizava dois votos – os de Edson Fachin e de Cármen Lúcia – contra a suspeição de Moro quando acabou sendo interrompido pelo pedido de vista de Gilmar Mendes. Cabe a ele decidir quando devolverá a vista ao colegiado e, como presidente da Turma, agendar a data para análise do caso. Além de Gilmar Mendes, faltam votar os ministros Ricardo Lewandowski e Nunes Marques.

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