Gleisi reage a veto de Bolsonaro a projeto que protege menores vítimas de violência: "ele é asqueroso"

"Sob justificativas esdrúxulas e fora da realidade, Bolsonaro vetou projeto de minha autoria que protegia menor vítima de violência doméstica. O tema é de extrema importância, mas além de espalhar Fake News para se explicar, o presidente fez deboche, é asqueroso", disse a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR); ao anunciar o veto, Bolsonaro imitou o ex-presidente Lula e espalhou mentiras

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247 – A deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) reagiu com indignação à "live" em que Jair Bolsonaro anunciou seu veto a um projeto de lei aprovado na Câmara dos Deputados que protege menores vítimas de violência doméstica. Ao anunciar o veto, Bolsonaro mais uma vez demonstrou não ter decoro para exercer a presidência, ao imitar o ex-presidente Lula de forma sarcástica e espalhar mentiras, como a de que o projeto protegeria menores infratores – e não vítimas de violência. 

Revista Fórum - Durante live semanal feita nesta quinta-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que vetou um projeto de lei da deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), presidenta nacional do PT, porque o ex-presidente Lula teria orientado. Bolsonaro imitou a voz de Lula e inventou uma frase que, segundo ele, o petista teria dito para embasar o projeto de Gleisi.

Bolsonaro diz a seguinte frase, tentando imitar a voz de Lula: “Só porque o moleque está roubando um celular vai a policia para cima dele. Deixa o moleque roubar em paz”. Segundo ele, foi nisso que Gleisi se inspirou para apresentar o projeto de lei nº 4.767/2016.

O texto busca “estabelecer que serão processados por meio de ação penal pública incondicionada os crimes de lesões corporais leves e culposas praticados contra vítima menor de 18 (dezoito) anos ou incapaz, nos casos em que o agente conviva ou tenha convivido com a vítima ou em que haja prevalência das relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade”. O projeto, apresentado em 2016, foi aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família, por unanimidade, e na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).

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