Goldman: o PSDB tem imperadores e não decisões coletivas

Novo presidente interino do PSDB, o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman se propõe a trabalhar pela unidade do partido e diz ser "impossível ter uma disputa entre chapas para o diretório nacional"; "Temos que acertar um diretório único", defende, sobre a convenção que acontecerá daqui um mês; ele evita se manifestar sobre se é contra ou favor o desembarque do governo Temer

Novo presidente interino do PSDB, o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman se propõe a trabalhar pela unidade do partido e diz ser "impossível ter uma disputa entre chapas para o diretório nacional"; "Temos que acertar um diretório único", defende, sobre a convenção que acontecerá daqui um mês; ele evita se manifestar sobre se é contra ou favor o desembarque do governo Temer
Novo presidente interino do PSDB, o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman se propõe a trabalhar pela unidade do partido e diz ser "impossível ter uma disputa entre chapas para o diretório nacional"; "Temos que acertar um diretório único", defende, sobre a convenção que acontecerá daqui um mês; ele evita se manifestar sobre se é contra ou favor o desembarque do governo Temer (Foto: Gisele Federicce)
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247 - Novo presidente interino do PSDB, o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman diz em entrevista ao Globo que irá buscar a convergência no partido para a escolha de um diretório único.

Para ele, "é impossível ter uma disputa entre chapas para o diretório nacional", na convenção da legenda que acontecerá daqui um mês. Goldman acredita que é possível entrar num consenso nesse pouco espaço de tempo.

O tucano evitou manifestar sua posição sobre se a sigla deve permanecer no governo Temer ou romper e ainda escolher um candidato para 2018. "Meu candidato será aquele que o partido escolher", diz.

Sobre o golpe de Aécio na semana passada, que destituiu do comando do partido o senador Tasso Jereissati (CE) e assumiu o posto, Goldman justificou: "Havia uma disputa interna, e ele queria uma condição equilibrada para a escolha do próximo presidente".

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