Governo admite que delação de Funaro contaminará Congresso

Governo Temer já trabalha com a expectativa de que a delação de Lúcio Funaro seja fechada nas próximas semanas e que ela "contaminará" o ambiente político no Congresso em meio a discussões sobre reformas; o operador, que negocia os termos finais do acordo com o MPF, inclui Michel Temer em sua delação, entre outros mais de 40 políticos

Governo Temer já trabalha com a expectativa de que a delação de Lúcio Funaro seja fechada nas próximas semanas e que ela "contaminará" o ambiente político no Congresso em meio a discussões sobre reformas; o operador, que negocia os termos finais do acordo com o MPF, inclui Michel Temer em sua delação, entre outros mais de 40 políticos
Governo Temer já trabalha com a expectativa de que a delação de Lúcio Funaro seja fechada nas próximas semanas e que ela "contaminará" o ambiente político no Congresso em meio a discussões sobre reformas; o operador, que negocia os termos finais do acordo com o MPF, inclui Michel Temer em sua delação, entre outros mais de 40 políticos (Foto: Gisele Federicce)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - O governo Temer já trabalha com a expectativa de que a delação premiada de Lúcio Funaro, que está preso, seja fechada nas próximas semanas e admite que ela "contaminará" o ambiente político no Congresso em meio a discussões sobre reformas.

A informação é da jornalista Andréia Sadi, publicada em seu blog no G1. O operador negocia os termos finais do acordo com o Ministério Público Federal e declarou ontem a jornalistas que não concordou com o tempo de prisão em regime fechado oferecido pelo órgão.

Em sua delação, ele promete entregar Michel Temer, entre outros mais de 40 políticos. Segundo ele, Temer sabia de todos os pagamentos de propina no âmbito do esquema de corrupção na Petrobras. "Ainda há o que entregar" sobre Temer, disse ele.

Participe da campanha de assinaturas solidárias do Brasil 247. Saiba mais.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247