Governo faz balanço de ações para chuvas

Ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, se reuniu com quatro ministros, na noite de domingo, para discutir aes antienchente no Pas

Governo faz balanço de ações para chuvas
Governo faz balanço de ações para chuvas (Foto: MARCELLO CASAL/AGÊNCIA BRASIL)
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247 com agências - A continuação das chuvas fortes na Região Sudeste mantém aceso o alarme do governo federal. Vestindo a armadura de Dilma de Lula, a ministra-chefe da Casa Civil convocou uma reunião de emergência na noite de domingo, 8. Gleisi Hoffmann deu ordem para a semana começar mais cedo para quatro ministros, responsáveis por pastas diretamente ligadas aos problemas das enchentes. Participaram do encontro o titular da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, dos Transportes, Paulo Passos, e da Saúde, Alexandre Padilha. A reunião ocorreu em Brasília.

Os ministros mapearam as áreas de risco nesta estação chuvosa. Analisaram caso a caso os problemas que persistem em diversas localidades brasileiras, especialmente na Região Sudeste. Relatos de Minas Gerais, cidade com maior número de municípios em estado de emergência (103), foram tratados com prioridade. Rio de Janeiro e Espírito Santo também ficaram na fila. Como o Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos prevê mais temporais intensos para esta smeana nesses três estados - e também em São Paulo, a palavra de ordem do governo é prevenção.

Os titulares das pastas também listaram as medidas adotadas por cada setor do governo e avaliaram o impacto delas. No caso da Saúde, por exemplo, foram enviadas oito toneladas de medicamentos para populações em situação de risco em Minas. Cerca de 60 mil pessoas podem ser beneficiadas por essa ajuda federal.

A pasta de Transportes fez uma leitura dos trechos de estradas que foram destruídos pelas chuvas. As obras nas rodovias federais para o tratamento emergencial do problema também foram apresentadas na reunião emergencial. No caso da Ciência e Tecnologia, Mercadante mostrou pesquisas relacionadas às ferramentas de prevenção dos efeitos danosos das chuvas.

A pasta mais cobrada foi de Integração Nacional. O ministro Fernando Bezerra, bola da vez da imprensa por suposto favorecimento de Pernambuco e do filho com verbas de sua pasta, teve que mostrar planejamento e coordenação bem casados das ações antienchente no País.

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