Guerra na extrema direita: Constantino e Eduardo Bolsonaro esmurram-se pelo twitter

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o jornalista e economista Rodrigo Constantino, um dos fundadores do Instituto Millenium, expuseram um racha no Twitter. O parlamentar acusou Constantino ser o responsável pela comunicação do Fonte Cindam, que protagonizou um escândalo com o banco Marka na Era FHC. O economista destacou que trabalhou apenas como estagiário do banco

Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e economista Rodrigo Constantino, um dos fundadores do Instituto Millenium, expuseram um verdadeiro racha entre os dois no Twitter. O parlamentar acusou Constantino ser o responsável pela comunidação do Fonte Cindam. Atualmente, com 43 anos o economista destacou que trabalhou apenas como estagiário do banco.

Em 1999, no governo Fernando Henrique Cardoso, houve um aumento do teto da cotação do dólar. O banco Marka, do banqueiro Salvatore Cacciola, quebrou por ter apostado na estabilidade do câmbio, com aplicações em contratos de venda no mercado futuro de dólar. Como consequência, Cacciola recorreu ao Banco Central, que vendeu dólares por um preço mais barato do que a cotação de mercado. A operação também favoreceu o Banco FonteCindam e causou um prejuízo  de R$ 1,5  bilhão de reais aos cofres públicos.

A briga no Twitter começou com um post de Constantino. "Se Bolso chamasse os filhos: 01, vc se meteu com Queiroz e é problema teu, vou vetar integral e que se dane; 02, a partir de hj vc está proibido de escrever nas redes sociais, só videogame; 03, cancelado o presente de aniversário, esquece embaixada. Aí eu chamava de MITO!", disse.

O parlamentar respondeu. "Hummmmm... interessante. Vamos falar do seu sucesso profissional no mercado.  Em 13 de janeiro de 1999 dois bancos quebraram na desvalorização: o Banco Marka do "famoso" Salvatore Cacciola e o Banco FonteCindam, onde VOCÊ era o responsável pelas projeções econômicas".

Participe da campanha de assinaturas solidárias do Brasil 247. Saiba mais.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247