Ibope: Avaliação positiva do governo fica estável

Pesquisa CNI/Ibope mostrou que a avaliação ótimo/bom da presidente Dilma ficou em 10% em março, enquanto os que enxergam a gestão como ruim/péssima somam 69%, e os que avaliam como regular, 19%; números pouco diferem dos registrados nos últimos três levantamentos; em março, o instituto de pesquisa mostrou a aprovação da petista em 9% e a avaliação negativa em 69% dentre os entrevistados

Brasília - DF, 24/03/2016. Presidenta Dilma Rousseff durante entrevista para veículos da imprensa internacional. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Brasília - DF, 24/03/2016. Presidenta Dilma Rousseff durante entrevista para veículos da imprensa internacional. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR (Foto: Gisele Federicce)

Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil

A avaliação negativa do governo da presidenta Dilma Rousseff apresentou melhora de um ponto percentual em março. A porcentagem de entrevistados que consideram a gestão federal ruim ou péssimo caiu de 70% em dezembro para 69% agora, segundo pesquisa do Ibope divulgada hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O percentual de brasileiros que avaliam o governo como regular caiu de 20% para 19%, enquanto a parcela que considera a gestão ótima ou boa subiu um ponto percentual, de 9% para 10%.

No que diz respeito à maneira de Dilma governar, a taxa ficou estável, com desaprovação de 82% dos entrevistados. Os que aprovam também se mantiveram nos 14%.

Por outro lado, subiu o número de pessoas que disserem não ter confiança em Dilma, com alta de dois pontos percentuais, de 78% para 80%. Os que disseram ter confiança ficaram estável em relação à pesquisa anterior, realizada em dezembro, no patamar de 18%.

Em uma análise de perspectiva futura, subiu também o percentual de entrevistados que acreditam que o restante do governo Dilma será ruim ou péssimo, de 65% para 68%. A avaliação regular caiu de 20% para 18%, ótimo e bom teve oscilação para cima, de 9% para 10%.

A aprovação do governo Dilma mantém-se há quatro trimestres no nível mais baixo já registrado para uma gestão federal desde novembro de 1989, quando a pesquisa do Ibope registrou apenas 9% de aprovação ao governo José Sarney. À época, a hiperinflação era um dos principais problemas enfrentados por brasileiros.

A pesquisa Ibope/CNI entrevistou 2002 pessoas entre os dias 17 e 20 de março, em 142 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

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