Janot avalia se pedirá investigação de Dilma

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai avaliar se as referências feitas pelo senador Delcídio do Amaral em sua delação premiada à presidente Dilma Rousseff justificam um pedido de investigação contra ela por suposta tentativa de obstruir as investigações do esquema de corrupção da Petrobras; procuradores disseram que as afirmações de Delcídio têm um caminho probatório mais difícil porque são relatos de conversas pessoais

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai avaliar se as referências feitas pelo senador Delcídio do Amaral em sua delação premiada à presidente Dilma Rousseff justificam um pedido de investigação contra ela por suposta tentativa de obstruir as investigações do esquema de corrupção da Petrobras; procuradores disseram que as afirmações de Delcídio têm um caminho probatório mais difícil porque são relatos de conversas pessoais
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai avaliar se as referências feitas pelo senador Delcídio do Amaral em sua delação premiada à presidente Dilma Rousseff justificam um pedido de investigação contra ela por suposta tentativa de obstruir as investigações do esquema de corrupção da Petrobras; procuradores disseram que as afirmações de Delcídio têm um caminho probatório mais difícil porque são relatos de conversas pessoais (Foto: Valter Lima)

247 - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai avaliar se as referências feitas pelo senador Delcídio do Amaral em sua delação premiada à presidente Dilma Rousseff justificam um pedido de investigação contra ela por suposta tentativa de obstruir as investigações do esquema de corrupção da Petrobras.

Para investigadores, em tese, como o fato teria ocorrido no exercício do mandato, Dilma poderia ser investigada. Procuradores, no entanto, disseram que essas afirmações de Delcídio têm um caminho probatório mais difícil porque são relatos de conversas pessoais. 

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247