Janot denuncia políticos do PP por organização criminosa

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou mais de 30 políticos do Partido Progressista (PP) por organização criminosa, em virtude de desvios na Petrobrás; entre os alvos da investigação do chamado "quadrilhão", estão o ex-ministro Aguinaldo Ribeiro e o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (foto); iniciada em março de 2015, a investigação contempla quatro ramos: PP, PMDB do Senado, PMDB da Câmara e PT

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou mais de 30 políticos do Partido Progressista (PP) por organização criminosa, em virtude de desvios na Petrobrás; entre os alvos da investigação do chamado "quadrilhão", estão o ex-ministro Aguinaldo Ribeiro e o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (foto); iniciada em março de 2015, a investigação contempla quatro ramos: PP, PMDB do Senado, PMDB da Câmara e PT
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou mais de 30 políticos do Partido Progressista (PP) por organização criminosa, em virtude de desvios na Petrobrás; entre os alvos da investigação do chamado "quadrilhão", estão o ex-ministro Aguinaldo Ribeiro e o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (foto); iniciada em março de 2015, a investigação contempla quatro ramos: PP, PMDB do Senado, PMDB da Câmara e PT (Foto: Charles Nisz)

247 - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou políticos do PP por organização criminosa ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (1o) A denúncia surgiu por conta de esquema de corrupção na Petrobrás. O PP tem a quarta maior bancada da Câmara dos Deputados.

Esta é a primeira denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o chamado 'quadrilhão’, uma associação entre políticos e operadores financeiros para desviar dinheiro da estatal. Baseada em informações da delação do ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE), a denúncia tramita no STF em sigilo.

O inquérito tem 30 alvos, entre eles o ex-ministro Aguinaldo Ribeiro e o presidente da legenda, senador Ciro Nogueira (PI). iniciada em março de 2015, a investigação tem quatro partes: PP, PMDB do Senado, PMDB da Câmara e PT.

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