Jucá: 'Não é hora de jogar gasolina na fogueira'
O senador Romero Jucá (PMDB-RR), que foi líder nos governos FHC e Lula e na primeira gestão de Dilma, avalia que não é hora de jogar gasolina na fogueira, mas de atenuar os problemas observados no país; ele, que se diz um peemedebista independente, critica o Executivo na condução da economia e defende que o Brasil firme um pacto para "salvar o país”; segundo o parlamentar, a instabilidade vivida hoje deve-se ao fato de os políticos em geral estarem com olhos voltados às próximas eleições; “O Brasil não pode moldar tudo o que está fazendo por conta das eleições de 2016 e 2018. Se não, vamos continuar nessa guerra insana, uns atirando nos outros. E nesse filme morre todo mundo”, afirma
Rede Brasil Atual - O senador Romero Jucá (PMDB-RR), que foi líder nos governos Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva e na primeira gestão de Dilma Rousseff, avalia que não é hora de jogar gasolina na fogueira, mas de atenuar os problemas observados no país. Ele, que se diz um peemedebista independente, critica o Executivo na condução da economia e defende que o Brasil firme um pacto para "salvar o país”. Apesar de integrar o partido do vice-presidente da República, Michel Temer, o senador apoiou a candidatura do tucano Aécio Neves no ano passado.
Segundo o parlamentar, a instabilidade vivida hoje deve-se ao fato de os políticos em geral estarem com olhos voltados às próximas eleições. “O Brasil não pode moldar tudo o que está fazendo por conta das eleições de 2016 e 2018. Se não, vamos continuar nessa guerra insana, uns atirando nos outros. E nesse filme morre todo mundo.” Para Jucá, é preciso que os políticos tenham “prudência, responsabilidade, espírito público e visão nacional”.
Em entrevista ontem (21) ao programa Espaço Público, da TV Brasil, ancorado por Paulo Moreira Leite e também apresentado por Florestan Fernandes Júnior, Jucá fala sobre os futuros trabalhos na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Futebol, da qual será relator, a forma como vê as contas do governo Dilma e o Tribunal de Contas da União (TCU), a recondução do procurador-geral da Republica, Rodrigo Janot, e o projeto que prevê mineração em terras indígenas, em tramitação no Congresso Nacional.
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