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Kátia: Problema de Bolsonaro é que ele é radical, extremista e ditador

Candidata a vice na chapa de Ciro Gomes (PDT), a senadora Kátia Abreu (PDT) diz que “O problema de Bolsonaro é que ele é radical, extremista e ditador. Não tem nenhum espírito democrático. A formação dele fez isso com ele. A formação das Forças Armadas é para um fim"; "Qual o projeto de Bolsonaro para a segurança pública? Armar a população. Qual o projeto dele para a educação? Fazer uma escola militar em cada estado. Qual o projeto dele na economia? Paulo Guedes que sabe. Qual o projeto dele para o agronegócio? Qual o projeto dele para o fortalecimento da indústria brasileira? Zero", questiona

Kátia: Problema de Bolsonaro é que ele é radical, extremista e ditador (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

247 – A senadora Kátia Abreu (PDT), candidata a vice na chapa de Ciro Gomes (PDT), afirma que “O problema de Bolsonaro é que ele é radical, extremista e ditador. Não tem nenhum espírito democrático. A formação dele fez isso com ele. A formação das Forças Armadas é para um fim. Não são formados para a política. Quando isso se mistura é péssimo, mostram todos os exemplos do mundo. O Brasil depois de assistir à presença das Forças Armadas na política vai adotar esse sistema? Não deu certo”.

Para ela, as pessoas que querem votar em Bolsonaro antipatizam com o PT. “E boa parte é gente com medo da segurança pública. Acredita na ilusão que ele provoca de que o Exército vai resolver o problema. As pessoas amam as Forças Armadas e acreditam que ele vai ser o salvador da pátria na segurança pública. Qual o projeto de Bolsonaro para a segurança pública? Armar a população. Qual o projeto dele para a educação? Fazer uma escola militar em cada estado do Brasil. Qual o projeto dele na economia? Paulo Guedes que sabe. Qual o projeto dele para o agronegócio? Qual o projeto dele para o fortalecimento da indústria brasileira? Zero. Pode procurar. Não há. Isso é uma temeridade”, diz a senadora em entrevista a Osvaldo Lyra, no Tribuna da Bahia.

Kátia Abreu também explica que se Fernando Haddad (PT) vencer o pleito não vai conseguir governar ou vai se unir “aos mesmos e dividir os ministérios como sempre fez” para administrar o país.