Levy: 'a economia está num momento importante'

Após garantir que não descumpriu ordem médica para viajar aos EUA, onde a presidente Dilma Rousseff tem agenda com empresários, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, falou sobre a expectativa do governo brasileiro; "Acho que vai ser positiva. A gente tem bastante coisa pra fazer, a economia está num momento importante, e é uma oportunidade boa. Como disse a presidente, lá em Washington, vai ser bastante positivo"

Após garantir que não descumpriu ordem médica para viajar aos EUA, onde a presidente Dilma Rousseff tem agenda com empresários, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, falou sobre a expectativa do governo brasileiro; "Acho que vai ser positiva. A gente tem bastante coisa pra fazer, a economia está num momento importante, e é uma oportunidade boa. Como disse a presidente, lá em Washington, vai ser bastante positivo"
Após garantir que não descumpriu ordem médica para viajar aos EUA, onde a presidente Dilma Rousseff tem agenda com empresários, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, falou sobre a expectativa do governo brasileiro; "Acho que vai ser positiva. A gente tem bastante coisa pra fazer, a economia está num momento importante, e é uma oportunidade boa. Como disse a presidente, lá em Washington, vai ser bastante positivo" (Foto: Romulo Faro)

247 - Após garantir que não descumpriu ordem médica para viajar aos EUA, onde a presidente Dilma Rousseff tem agenda com empresários e investidores de multinacionais neste domingo (28), o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, falou sobre a expectativa do governo brasileiro.

"Acho que vai ser positiva. A gente tem bastante coisa pra fazer, a economia está num momento importante, e é uma oportunidade boa. Como disse a presidente, lá em Washington, vai ser bastante positivo."

Levy não quis comentar sobre a revelação do conteúdo da delação do empresário Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia, na Operação Lava Jato. "Não é da minha área."

O ministro elogiou a redução do intervalo de variação da meta central de inflação de dois pontos percentuais para cima e para baixo em relação ao centro da meta, fixada nesta semana em 4,5% para o ano de 2017 pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). "É bom, é mais uma etapa e a gente está fortalecendo o sistema de metas de inflação. Aumenta a previsibilidade da economia brasileira e isso ajuda o trabalho que a gente está fazendo".

Sobre o cenário político brasileiro, que está fervilhando, Joaquim Levy afirmou que falará das negociações do ajuste fiscal, em especial sobre as medidas de revisão da desoneração da folha de pagamentos. O governo quer modificar no Senado o texto que fora aprovado pelos deputados. Segundo ele, o governo está mais uma vez numa situação "um pouco complicada".

"Estou esperando saber o que o Senado pode fazer, porque não veio de uma maneira muito estruturada [da Câmara]. Alguns setores acabaram entrando com custo bastante alto. Essa é uma peça importante do ajuste. Estamos mais uma vez numa situação um pouco complicada, porque o tempo é exíguo", disse Levy em matéria no site da Folha de São Paulo.

De acordo com Levy, o plano do governo era contar com mudança das regras de desoneração da folha de pagamentos em junho e agora há risco de se perder mais um mês.

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