Líderes cobram de Dilma mudança no imposto de renda

Os líderes da base aliada aproveitaram uma reunião realizada na manhã desta quarta-feira (3), no Palácio do Planalto, para cobrar da presidente Dilma Rousseff uma posição quanto ao envio de uma proposta sobre o reajuste na tabela do imposto de renda 2015; no final do ano passado, o Congresso aprovou a correção de 6,5% na tabela do imposto de renda, mas a alteração acabou sendo vetada pela presidente; o veto vai entrar na fila de propostas que deverão ser votadas na próxima sessão do Congresso, que ainda não tem data para acontecer

Os líderes da base aliada aproveitaram uma reunião realizada na manhã desta quarta-feira (3), no Palácio do Planalto, para cobrar da presidente Dilma Rousseff uma posição quanto ao envio de uma proposta sobre o reajuste na tabela do imposto de renda 2015; no final do ano passado, o Congresso aprovou a correção de 6,5% na tabela do imposto de renda, mas a alteração acabou sendo vetada pela presidente; o veto vai entrar na fila de propostas que deverão ser votadas na próxima sessão do Congresso, que ainda não tem data para acontecer
Os líderes da base aliada aproveitaram uma reunião realizada na manhã desta quarta-feira (3), no Palácio do Planalto, para cobrar da presidente Dilma Rousseff uma posição quanto ao envio de uma proposta sobre o reajuste na tabela do imposto de renda 2015; no final do ano passado, o Congresso aprovou a correção de 6,5% na tabela do imposto de renda, mas a alteração acabou sendo vetada pela presidente; o veto vai entrar na fila de propostas que deverão ser votadas na próxima sessão do Congresso, que ainda não tem data para acontecer (Foto: Paulo Emílio)

247 - Os líderes da base aliada aproveitaram uma reunião realizada na manhã desta quarta-feira (3), no Palácio do Planalto, para cobrar da presidente Dilma Rousseff uma posição quanto ao envio de uma proposta sobre o reajuste na tabela do imposto de renda 2015.

No final do ano passado, o Congresso aprovou a correção de 6,5% na tabela do imposto de renda, mas a alteração acabou sendo vetada pela presidente, uma vez que o governo defende uma correção de apenas 4,5%. O veto vai entrar na fila de propostas que deverão ser votadas na próxima sessão do Congresso, que ainda não tem data para acontecer.

"Houve uma lembrança por parte do senador Eunício Oliveira (líder do PMDB) que a partir de hoje o veto à proposta do IR poderá ser votado a qualquer momento e portanto se o governo tem ou pretende ter alguma proposta alternativa, e nós acreditamos que o governo terá, é hora de se começar a discutir", disse o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE).

Além do veto da tabela da correção do imposto de renda, outros quatro vetos estão na pauta do Congresso Nacional. Os assuntos envolvem a jornada de trabalho para psicólogos; os critérios de indexação dos contratos de refinanciamento da dívida entre União, Estados, Distrito Federal e municípios; a destinação de veículos de transporte coletivo de passageiros objeto de pena de perdimento; além daa organização da Seguridade Social.

Segundo Humberto, não foi discutido o fato do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ter devolvido a MP que previa a redução do benefício fiscal de desoneração sobre folha de pagamentos das empresas.

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