Lista de Janot inclui um terço do ministério de Temer

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu abertura de inquérito contra nove ministros do governo de Michel Temer; com isso, praticamente um terço da Esplanada, formada por 28 pastas, está na segunda lista de Janot, decorrente das delações premiadas da Odebrecht e enviada na semana passada ao Supremo Tribunal Federal (STF); o nome do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, veio à tona nesta semana; outros seis já haviam sido divulgados na semana passada: Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria Geral), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia), Bruno Araújo (Cidades) e Marco Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços); dois nomes ainda não foram revelados

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu abertura de inquérito contra nove ministros do governo de Michel Temer; com isso, praticamente um terço da Esplanada, formada por 28 pastas, está na segunda lista de Janot, decorrente das delações premiadas da Odebrecht e enviada na semana passada ao Supremo Tribunal Federal (STF); o nome do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, veio à tona nesta semana; outros seis já haviam sido divulgados na semana passada: Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria Geral), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia), Bruno Araújo (Cidades) e Marco Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços); dois nomes ainda não foram revelados
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu abertura de inquérito contra nove ministros do governo de Michel Temer; com isso, praticamente um terço da Esplanada, formada por 28 pastas, está na segunda lista de Janot, decorrente das delações premiadas da Odebrecht e enviada na semana passada ao Supremo Tribunal Federal (STF); o nome do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, veio à tona nesta semana; outros seis já haviam sido divulgados na semana passada: Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria Geral), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia), Bruno Araújo (Cidades) e Marco Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços); dois nomes ainda não foram revelados (Foto: Giuliana Miranda)

247 - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a abertura de inquérito contra nove ministros do governo de Michel Temer. Praticamente um terço da Esplanada, formada por 28 pastas, está na segunda lista de Janot, decorrente das delações premiadas da Odebrecht e enviada na semana passada ao Supremo Tribunal Federal (STF).

As informações são de reportagem do Valor.

"Os nomes de seis ministros vieram a público na semana passada, logo após a entrega dos pedidos de investigação. O sétimo do rol é o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, segundo apurou o Valor. Outros dois nomes ainda não foram revelados. O Palácio do Planalto já foi informado que nove ministros são citados.

Mais um integrante da lista é o ex-presidente José Sarney, que figura ao lado de governadores, ex-governadores, parlamentares ex-parlamentares do PMDB. O ex-presidente já foi alvo de um pedido de prisão - negado pelo STF - feito por Janot, por suspeita de atrapalhar as investigações da Lava-Jato. Outros dois ex-presidentes, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, também foram incluídos nos pedidos de investigação.

A lista inclui ainda integrantes do Tribunal de Contas da União, entre eles o ministro Vital do Rego.

A lista de Janot foi enviada na terça-feira ao STF, como resultado das 78 delações premiadas fechadas por executivos e ex-executivos da Odebrecht. Logo em seguida, na quinta-feira, Maggi pediu licença do cargo por dez dias para tratar de assuntos pessoais. O ato chamou a atenção por coincidir com o envio da lista ao Supremo. Com a eclosão da Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, o ministro da Agricultura acabou cancelando o afastamento para tomar as rédeas da crise em sua pasta.

Maggi (que deixou o PR e filiou-se ao PP para integrar o ministério de Temer) foi governador do Mato Grosso de 2003 a 2010 e senador de 2011 a maio de 2016, quando se tornou ministro. Procurado pelo Valor por meio de sua assessoria, ele disse que não iria comentar sua inclusão na lista de Janot. Os motivos pelos quais Maggi se tornou alvo de requerimento de investigação ainda não vieram à tona, mas informações da sua área levantam duas hipóteses."

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