Lotação máxima no bonde do PSD de Kassab

Na reta final para a fundao, partido do prefeito de So Paulo se torna cada vez mais atraente para polticos insatisfeitos em outras legendas, mas futuro lder na Cmara avisa: agora pode ser tarde demais para aderir ao projeto

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Rodolfo Borges_247 – Prestes a ser aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e passar a existir formalmente, o Partido Social Democrático (PSD) tem atraído tanta gente que já falta espaço em alguns estados. A informação é do deputado Guilherme Campos, futuro líder da sigla na Câmara dos Deputados, segundo quem o PSD já nega adesões nos estados em que conseguiu se estruturar. “Existe um trabalho para privilegiar aqueles que estiveram conosco desde o primeiro momento, principalmente nos estados onde já está formado um grupo bem desenhado”, disse o deputado ao Brasil 247, acrescentando que a legenda já está bem definida em “mais de 20 estados”.

Campos explica que não há soberba nas negativas e nega que o PSD esteja se dando ao luxo de dispensar aliados. “As adesões estão vindo dentro do processo de segurança. A vinda de outros componentes pode desequilibrar esse projeto local bem sucedido”, justifica. O PSD já foi referendado pelos tribunais regionais eleitorais de 14 unidades da federação e, como eram necessárias apenas nove delas para o pedido de abertura do partido vingar, os políticos do país vão se sentido “mais confortáveis” para aderir, segundo Campos.

O deputado pondera que as limitações para adesão são momentâneas – para que o partido possa manter o controle em sua origem – e promete fazer uma “análise pragmática e leal com os companheiros que de bate-pronto aderiram ao processo”. “Depois que nasce, todo mundo quer ser pai da criança”, compara Campos, que já projeta a atuação do partido nas eleições de 2012. “O próximo passo é passar município a município para fazer a consolidação das chapas que vão concorrer a vereador e prefeito”, antecipa.

O futuro líder do PSD já conta mais de 50 deputados na bancada do partido na Câmara – não passavam de 50 até a confirmação dos tribunais regionais necessários para o projeto – e diz que o número já poderia ter passado de 60 se o partido “estivesse aceitando todo mundo”. Segundo Campos, o único estado onde o PSD ainda enfrenta dificuldades para se articular é o Rio Grande do Sul. ”Ainda não conseguimos acertar o processo por lá, mas estamos buscando”, diz.

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