Lula: Lava Jato não pode pautar o país

Em movimento para reaproximar o PMDB, ex-presidente Lula pediu, em café da manhã na casa do presidente do Senado, que Renan Calheiros ‘releve os problemas com Dilma Rousseff, fique mais perto e ajude o governo a sair da crise’: “A Lava Jato não pode ser a agenda do País”, insistiu; em reunião na segunda-feira com parlamentares do PT, ele também cobrou união pelo governo, diante da delação de Ricardo Pessoa: “Todo vazamento é contra o PT. O que eles querem é ver Dilma e o PT sangrarem até 2018”

Em movimento para reaproximar o PMDB, ex-presidente Lula pediu, em café da manhã na casa do presidente do Senado, que Renan Calheiros ‘releve os problemas com Dilma Rousseff, fique mais perto e ajude o governo a sair da crise’: “A Lava Jato não pode ser a agenda do País”, insistiu; em reunião na segunda-feira com parlamentares do PT, ele também cobrou união pelo governo, diante da delação de Ricardo Pessoa: “Todo vazamento é contra o PT. O que eles querem é ver Dilma e o PT sangrarem até 2018”
Em movimento para reaproximar o PMDB, ex-presidente Lula pediu, em café da manhã na casa do presidente do Senado, que Renan Calheiros ‘releve os problemas com Dilma Rousseff, fique mais perto e ajude o governo a sair da crise’: “A Lava Jato não pode ser a agenda do País”, insistiu; em reunião na segunda-feira com parlamentares do PT, ele também cobrou união pelo governo, diante da delação de Ricardo Pessoa: “Todo vazamento é contra o PT. O que eles querem é ver Dilma e o PT sangrarem até 2018” (Foto: Roberta Namour)

247 – No segundo dia de reuniões em Brasília para reforçar o apoio a gestão de Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula se encontrou com lideranças do PMDB para reaproximar o partido. Em café da manhã na casa do presidente do Senado, o petista pediu que Renan Calheiros ‘releve os problemas com Dilma, fique mais perto e ajude o governo a sair da crise’: “A Lava Jato não pode ser a agenda do País”, insistiu.

De acordo com o presidente do Senado, Lula também debateu reforma política e criticou a possibilidade do fim da reeleição, aprovada pela Câmara dos Deputados.

"Conversamos só sobre reforma política. Ele, me parece que veio em missão de paz, e colaborou bastante com as discussões", disse. "Ele acha que a presidente [Dilma Rousseff] deveria se reunir mais com os Poderes, conversar permanentemente, na busca de saídas para o Brasil. Definitivamente, ele veio em missão de paz, conversou bastante, defendeu pontos de vista em relação à reforma política, uma conversa produtiva", acrescentou o peemedebista.

Em conversa na segunda-feira com parlamentares do PT, ele também cobrou união pelo governo, diante da delação de Ricardo Pessoa: “Todo vazamento é contra o PT. O que eles querem é ver Dilma e o PT sangrarem até 2018”.

Leia aqui reportagem de Vera Rosa sobre o assunto.

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