Lula: mensagens comprovam suspeição dos procuradores e o STF tem que agir

"A defesa de Lula entrou com Habeas Corpus no Supremo Tribunal Federal pedindo suspeição dos procuradores de Curitiba. As mensagens reforçam a já evidente parcialidade, perseguição e desvios funcionais deles contra Lula e sua família", postou o ex-presidente, em seu primeiro comentário depois das mensagens em que procuradores da Lava Jato tripudiam sobre as mortes de sua esposa, de seu irmão e de seu neto

Lula: Dallagnol e Moro trabalharam para os Estados Unidos
Lula: Dallagnol e Moro trabalharam para os Estados Unidos (Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | Reuters)

247 – Preso político há mais de 500 dias, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou sobre as mensagens em que procuradores da Lava Jato debocham da morte da ex-primeria-dama Marisa Letícia, de seu irmão Genival e de seu neto Arthur. "A defesa de Lula entrou com Habeas Corpus no Supremo Tribunal Federal pedindo suspeição dos procuradores de Curitiba. As mensagens reforçam a já evidente parcialidade, perseguição e desvios funcionais deles contra Lula e sua família", afirmou o ex-presidente, apontando a responsabilidade que o Supremo Tribunal Federal tem em interromper o horror implantado no Brasil pela chamada República de Curitiba.

O procurador da Operação Lava Jato Januário Paludo ironizou a possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ir ao enterro do irmão Vavá, que faleceu em 29 de janeiro deste ano por causa de um câncer. É o que apontam as novas revelações do site Intercept Brasil, em parceria com o Uol.

No chat pelo aplicativo Telegram, Antônio Carlos Welter diz acreditar que Lula tinha o direito de ir ao enterro do irmão. "Eu acho que ele tem direito a ir. Mas não tem como". Januário Paludo responde: "O safado só queria passear e o Welter com pena".

Novas revelações do site Intercept Brasil, desta vez em parceria com o Uol, apontam que procuradores da Operação Lava Jato ironizaram a morte de Dona Marisa Letícia, vítima e um AVC hemorrágico em São Paulo em 24 de janeiro de 2017. Em 3 de fevereiro daquele ano a morte dela seria confirmada. 

"Um amigo de um amigo de uma prima disse que chegou ao atendimento sem resposta, como um vegetal", escreveu Dallagnol em chat no aplicativo Telegram. 

O procurador Januário Paludo responde: 'estão eliminando as testemunhas". 

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