Mais uma empreiteira complica Eliseu Padilha

Segundo a colunista Mônica Bergamo, além da Odebrecht, o ministro Eliseu Padilha aparece em outros depoimentos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como o homem encarregado das finanças da campanha do PMDB em 2014 e pessoa da confiança de Michel Temer; "O relato da Andrade Gutierrez, por exemplo, é semelhante ao dos delatores da Odebrecht. Em seu depoimento, Otavio Azevedo, ex-executivo da Andrade, diz que foi ao Palácio do Jaburu, residência oficial do então vice-presidente Temer, e lá ofereceu a ele contribuição de R$ 1 milhão para a campanha eleitoral. Dias depois, comunicou 'a assessoria dele [Temer] que seria feito [o depósito do dinheiro] na semana seguinte'. E quem era o assessor? 'Eliseu Padilha', responde Azevedo", informa a colunista

Segundo a colunista Mônica Bergamo, além da Odebrecht, o ministro Eliseu Padilha aparece em outros depoimentos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como o homem encarregado das finanças da campanha do PMDB em 2014 e pessoa da confiança de Michel Temer; "O relato da Andrade Gutierrez, por exemplo, é semelhante ao dos delatores da Odebrecht. Em seu depoimento, Otavio Azevedo, ex-executivo da Andrade, diz que foi ao Palácio do Jaburu, residência oficial do então vice-presidente Temer, e lá ofereceu a ele contribuição de R$ 1 milhão para a campanha eleitoral. Dias depois, comunicou 'a assessoria dele [Temer] que seria feito [o depósito do dinheiro] na semana seguinte'. E quem era o assessor? 'Eliseu Padilha', responde Azevedo", informa a colunista
Segundo a colunista Mônica Bergamo, além da Odebrecht, o ministro Eliseu Padilha aparece em outros depoimentos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como o homem encarregado das finanças da campanha do PMDB em 2014 e pessoa da confiança de Michel Temer; "O relato da Andrade Gutierrez, por exemplo, é semelhante ao dos delatores da Odebrecht. Em seu depoimento, Otavio Azevedo, ex-executivo da Andrade, diz que foi ao Palácio do Jaburu, residência oficial do então vice-presidente Temer, e lá ofereceu a ele contribuição de R$ 1 milhão para a campanha eleitoral. Dias depois, comunicou 'a assessoria dele [Temer] que seria feito [o depósito do dinheiro] na semana seguinte'. E quem era o assessor? 'Eliseu Padilha', responde Azevedo", informa a colunista (Foto: Aquiles Lins)

247 - O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, pode definitivamente não retornar da licença médica. Depois do melhor amigo e ex-assessor de Michel Temer confirmar trecho do depoimento do ex-executivo da Odebrecht Claudio Melo Filho e dizer ter sido "Mula" de Padilha no recebimento de um pacote de dinheiro, adesta vez foi a Andrade Gutierrez que citou o "preposto" de Temer. 

Segundo a colunista Mônica Bergamo, Padilha aparece em outros depoimentos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como o homem encarregado das finanças da campanha do PMDB em 2014 e pessoa da confiança de Michel Temer.

"O relato da Andrade Gutierrez, por exemplo, é semelhante ao dos delatores da Odebrecht. Em seu depoimento, Otavio Azevedo, ex-executivo da Andrade, diz que foi ao Palácio do Jaburu, residência oficial do então vice-presidente Temer, e lá ofereceu a ele contribuição de R$ 1 milhão para a campanha eleitoral. Dias depois, comunicou 'a assessoria dele [Temer] que seria feito [o depósito do dinheiro] na semana seguinte'. E quem era o assessor? 'Eliseu Padilha', responde Azevedo", informa a colunista. 

A licença médica de Padilha, que encerra nesta seguneda-feira, 6, será prorrogada por tempo indeterminado, informou o ministro à sua equipe. Segundo assessores, ele deve apresentar um novo atestado médico e ficará fora "pelo menos por mais uma semana".

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