Mais uma: Temer também levou propina em Angra 3

Na delação premiada que foi homologada pelo Supremo Tribunal Federal, o corretor financeiro Lúcio Funaro afirmou que Michel Temer "sempre soube" e "se beneficiou" de pagamentos de propina em contratos para a construção da usina nuclear Angra 3; segundo a jornalista Lydia Medeiros, Funaro elencou quatro pessoas como operadores de Temer: José Yunes, seu ex- assessor, Wagner Rossi, ex-ministro da Agricultura, Marcelo Azeredo e o coronel João Batista Lima Filho. Yunes seria o principal intermediário e usava a empresa de Lima, a Argeplan, para lavar os ganhos indevidos com o contrato de Angra 3

Na delação premiada que foi homologada pelo Supremo Tribunal Federal, o corretor financeiro Lúcio Funaro afirmou que Michel Temer "sempre soube" e "se beneficiou" de pagamentos de propina em contratos para a construção da usina nuclear Angra 3; segundo a jornalista Lydia Medeiros, Funaro elencou quatro pessoas como operadores de Temer: José Yunes, seu ex- assessor, Wagner Rossi, ex-ministro da Agricultura, Marcelo Azeredo e o coronel João Batista Lima Filho. Yunes seria o principal intermediário e usava a empresa de Lima, a Argeplan, para lavar os ganhos indevidos com o contrato de Angra 3
Na delação premiada que foi homologada pelo Supremo Tribunal Federal, o corretor financeiro Lúcio Funaro afirmou que Michel Temer "sempre soube" e "se beneficiou" de pagamentos de propina em contratos para a construção da usina nuclear Angra 3; segundo a jornalista Lydia Medeiros, Funaro elencou quatro pessoas como operadores de Temer: José Yunes, seu ex- assessor, Wagner Rossi, ex-ministro da Agricultura, Marcelo Azeredo e o coronel João Batista Lima Filho. Yunes seria o principal intermediário e usava a empresa de Lima, a Argeplan, para lavar os ganhos indevidos com o contrato de Angra 3 (Foto: Aquiles Lins)
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247 - Na delação premiada que foi homologada pelo Supremo Tribunal Federal, o corretor financeiro Lúcio Funaro afirmou que Michel Temer "sempre soube" e "se beneficiou" de pagamentos de propina em contratos para a construção da usina nuclear Angra 3. 

Segundo a jornalista Lydia Medeiros, Funaro elencou quatro pessoas como operadores de Temer: José Yunes, seu ex- assessor, Wagner Rossi, ex-ministro da Agricultura, Marcelo Azeredo e o coronel João Batista Lima Filho. Yunes seria o principal intermediário e usava a empresa de Lima, a Argeplan, para lavar os ganhos indevidos com o contrato de Angra 3.

 

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