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Marina diz sofrer “ataques de política atrasada”

Pelo Twitter, ela se defende de críticas contra sua aliança com Aécio Neves (PSDB); parte do PSB e da Rede foram contrários à sua posição; argumento dos críticos é de que apoiar um dos partidos que compõem a polarização PT-PSDB no País vai contra o que ela prega ser "nova política"; Marina respondeu: "Nova política é fazer uma aliança exclusivamente com base em programa, colocando as soluções para o país acima dos interesses específicos. Sofrendo ataques de uma política atrasada, movida por projetos de poder pelo poder, mantivemos o rumo e fizemos a nova política na prática"

Pelo Twitter, ela se defende de críticas contra sua aliança com Aécio Neves (PSDB); parte do PSB e da Rede foram contrários à sua posição; argumento dos críticos é de que apoiar um dos partidos que compõem a polarização PT-PSDB no País vai contra o que ela prega ser "nova política"; Marina respondeu: "Nova política é fazer uma aliança exclusivamente com base em programa, colocando as soluções para o país acima dos interesses específicos. Sofrendo ataques de uma política atrasada, movida por projetos de poder pelo poder, mantivemos o rumo e fizemos a nova política na prática" (Foto: Gisele Federicce)
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247 – A candidata derrotada no primeiro turno Marina Silva (PSB) se defendeu nesta terça-feira 14 de críticas que vem recebendo após ter declarado apoio ao candidato do PSDB, Aécio Neves, no segundo turno.

Em sua conta no Twitter, Marina disse estar sofrendo ataques da "velha política". Um dos argumentos dos críticos à aliança é de que apoiar um dos partidos que formam a polarização PT-PSDB no País não está de acordo com o discurso da nova política defendido pela ex-senadora.

"Nova política é fazer uma aliança exclusivamente com base em programa, colocando as soluções para o país acima dos interesses específicos. Sofrendo ataques de uma política atrasada, movida por projetos de poder pelo poder, mantivemos o rumo e fizemos a nova política na prática", defendeu-se Marina na rede social.

"A política não pode ser, como diz Bauman, a arte de prometer as mesmas coisas. E eu digo que não pode ser a arte de fazer as mesmas coisas. Faço um apelo p/ q saiamos do território da política destrutiva para ver os temas estratégicos para o desenvolvimento do país e debatê-los", escreveu ainda a ex-candidata.

Ela oficializou seu discurso pelo voto ao presidenciável no último domingo 12. O ato dividiu PSB e Rede, cujo diretório paulista perdeu sete coordenadores que se disseram contra a aliança com os tucanos (leia mais).