Marina nega que tenha convidado Ayres Britto e Calmon para Rede
“Não houve convite [a Britto] e não falamos sobre esses assuntos de política. O ministro tem muita consciência do papel dele, nem entramos nesses assuntos. Respeito a posição dele de não tratar desses assuntos, no aspecto de não querer ter uma militância partidária, pelo menos neste momento, e exatamente por respeito não criaria a ele nenhum tipo de constrangimento”, disse Marina Silva; sobre Eliane Calmon, Marina disse que é sonho dos baianos do Rede a filiação da ministra
247 – A ex-senadora Marina Silva negou nesta quarta-feira (11), que tenha convidado o ex-ministro do Superior Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto, para ingressar no Rede Sustentabilidade, mas sorriu sobre a possibilidade. Ela também afirmou que a filiação da ministra do Superior Tribunal de Justiça Eliana Calmon ao partido é um "sonho" do diretório baiano da sigla, mas não sabe nem se foi formalizado o convite concreto
“Não houve convite [a Britto] e não falamos sobre esses assuntos de política. O ministro tem muita consciência do papel dele, nem entramos nesses assuntos. Respeito a posição dele de não tratar desses assuntos, no aspecto de não querer ter uma militância partidária, pelo menos neste momento, e exatamente por respeito não criaria a ele nenhum tipo de constrangimento”, disse.
Ela disse que procurou Britto pela "amizade" e pelo conhecimento técnico dele sobre a Justiça Eleitoral, uma vez que luta contra o tempo para formalizar a criação do Rede. No entanto, há boatos de que ele estaria atuando para facilitar a criação do partido. “Se você vai fazer uma cirurgia você conversa com seu amigo médico, se você vai entrar com um processo dessa natureza, a complexidade que foi sendo criada em função da perda dos prazos, de uma anulação de assinaturas exacerbada, tudo isso e eu fui conversar com ele sobre isso”, disse.
Sobre Eliane Calmon, Marina disse que não saber se houve sinalização de Calmon. “Não sei, mas é uma pessoa muito respeitada na nossa sociedade. Os baianos estão no direito de sonhar, por que não?”, frisou. Em março deste ano, Calmon havia abordado a possibilidade de entrar para a vida política.